domingo, 29 de março de 2009

Avatar FiliPêra

Fitas cassete viram arte

 

bob_dylan

Juntamente com os Walkman, as fitas cassete viraram artigo do museu da tecnologia (deve existir isso em algum lugar). Logo depois da chegada dos CD’s, DVD’s e dos arquivos mp3, as fitas REALMENTE nos mostraram que o som que a gente ouvia era próximo de sofrível. Eu mesmo joguei dezenas de fitas no lixo (e olha que sou novo), com uma infinidade de músicas e horas de “Podcasts” inúteis infantis, que mostravam momentos como meu primeiro palavrão proferido (foi cassete, antes que me pergunte. E isso não é um trocadilho com o assunto do post).

Bom, mas fitas não são tão inúteis assim, ao menos nas mãos corretas. O artista Iri5, com um pouco de criatividade (com cola, moldura e essas coisas de artista), fez das suas velhas fitas verdadeiras obras de arte. Para isso recriou imagens clássicas de  Bob Dylan, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Robert De Niro, entre outros símbolos da cultura pop.

Foda!

 

PS: Tenho certeza que existe uma leva de turistas coreanos ou belgas dispostos a pagarem o olho da cara nessas obras!

 

jim_morrison

jimi_hendrix_2

robert_de_niro marilyn_monroe

 

[Via Boing Boing]

28 Comentaram...

All3X disse...

Fico pensando porque não tive ideias dessas como antes, de usar um materail vagabundo e produzir algo que alguns poderiam pagar uma boa grana.

Ah, "Podcasts” infantis...essa foi muit boa...rs

Carmo Bartoloni disse...

Meu caro,
Concordo que acontece uma evolução tecnológica quanto ao registro sonoro e visual de nossa cultura, mas dai a dizer que as fitas cassete, filmes em 8 mm e o walkman, após o advento do CD, DVD e outros, são para jogar no lixo é no mínimo um pensamento ingênuo de sua parte e com certeza burro.
Como intérprete, compositor e profissional da área, possuo ainda excelentes registros de obras de compositores em cassete. Material este que ainda não foi remasterizado em CD e portanto um documento util para nós psquisadores e profissionais da área. Imagine se os primeiros registros e experimentos da música eletro-acústica feitas por Pierre Sheffer, nos laboratórios da RTF, tivessem sido postos no lixo.
Repense. É minha proposta.
Quanto ao trabalho que o artista Iris5 faz é excelente, mas pela qualidade artistica e bom gosto, não por saber aproveitar refugo.
Carmo Bartoloni
Universide Estadual do Paraná
Departamento de Música

FiliPêra disse...

Não disse que os cassetes não possuem coisas boas gravadas nele. Disse que o formato digital é muito superior em qualidade. O suficiente para soterrar qualquer fita cassete. Ponto!

Fernando disse...

É muito triste um comentário como o primeiro desta pagina, falando que essas fitas são material vagabundo... Acho um desrespeito a história da tecnologia e da música. Na minha concepção, tudo é perfeito como é... a fita k7 tem sua beleza assim como os lps, os cds e assim vai. Sou fã adepto dos k7 e tenho um monte até hoje. E nas minhas gravações caseiras, prefiro os k7... Abçs. a todos.

Eder disse...

No passado o formato que gravadoras usavam era o analógico...se eu não me engano eles usavam aqueles deck de rolo de gravação analógica para gravar as matrizes...pra mim a qualidade era praticamente e mesma da digital e se você ouvisse iria dizer o mesmo.
Eu tenho fitas cassetes cromo/metal e até comuns gravadas em um tape deck profissional de 3 cabeças e que a qualidade do mesmo é tão alta que você não conseguiria diferenciar a qualidade reproduzida entre uma fita gravada nessas condições e a de um CD ou DVD.

Anônimo disse...

Olho na prateleira de algumas lojas que consertam aparelhos eletrônicos e vejo DVD player, CD player e Compact Discs servindo de úteis apoios sobre a mesa (sua superfície gravável é lisa, permitindo manuseio de peças minúsculas com precisão), enfeites (desde bonecos até maquetes de cidades)... mas raramente vejo um gravador CCE, daqueles com o botão record da cor azul - tinha de ser pressionado junto com a tecla branca player, por segurança - fitas K7 usadas para vender (novas? Nem pensar), aparelhos reprodutores de VHS e mesmo fitas VHS. Longe de saudosismo, guardo miríade de fitas K7 VHS, além de possuir aparelho VHS e gravador/reprodutor moderno, marca Panasonic, de fitas K7. Perdi, por desgaste, em cinco anos, alguns CDs, bem condicionados, por sinal; perdi também DVDs, embora em menor escala. Um profissional que conserta aparelhos de todo o tipo, desde televisões com válvula até televisores LCD, japonês que vive no Brasil há anos, uma vez apontou para seu acervo de aparelhos digitais "sem jeito", condenados ao lixo, quando levei um DVD player da Pioneer para ele tentar dar um jeito. Suas palavras, ao mirar com o dedo, sem olhar para a prateleira: "nada disto presta; quebra fácil; quebrou uma coisinha, já é condenado". Bom, meu DVD player Pioneer eu presenteei a meus sobrinhos para que fizessem uma "autópsia" ou coisa que o valha. Este depoimento de forma alguma desmerece a tecnologia digital e nem a chama de "material vagabundo". Somente intenta convidar o leitor a um teste. Possuo fitas VHS em estado perfeito, mesmo tendo 29 anos de uso. Minha idade é 46 anos. Com 15, ganhei meu gravador CCE que funciona até hoje. Minha primeira fita K7, do Martinho da Vila, ainda toca. Detalhe: meu saudoso Pai me presenteou com ela quando eu tinha 12 anos.

Anônimo disse...

Um comentário infeliz como esse,demonstra o quanto as pessoas perderam a sensibilidade das coisas...elas reconhecem como é interessante/bonita a arte e ao mesmo tempo desfazem do que um dia foi uma solução prática para tantas e tantas pessoas poderem gravar as suas musicas preferidas...ouvi-las em casa...no carro...na rua com um walkman...etc...musicas que fizeram muita gente sonhar...se emocionar...se apaixonar...relaxar após um dia estafante...curtir em momentos de lazer...enfim

O mundo da musica também deve e muito a essas fitas de "material vagabundo"...mesmo porque ninguêm anda pra frente sem olhar para trás...a ingratidão/o desmerecimento/o desprezo é bem típico do ser humano...e cuspir em um prato que comeu um dia...também...

Lamentável

Paulo Sérgio Pinheiro disse...

Meu caro,

para voce estar numa chamada de página de um portal como o Yahoo algo de bom voce deve ter escrito, mas não fiquei com a menor curiosidade para lê-los. Reveja seus conceitos, estes sim, muito antiquados.

Bri disse...

logo com a "inovação" tecnológica como foi dito, a chegada de DVDs...aqui na minha cidade muitas locadoras colocaram a venda, por preço de banana fitas cassetes, esses estúpidos vendiam as fitas por 1 real...daí pensava que era uma parte de uma vida, que tinha significado, ficará na história....comprei várias e hj possuo uma enorme coleçaõ dessas fitas...e é uma maravilha..adoro msmo!!!
abraçs

Spin disse...

Interessante como o povo lê e não entende. Ou entende passionalmente, melancolicamente. O Filipêra só disse que a qualidade da gravação em fita k7 é sofrível. Não que eu concorde, mas, com o passar do tempo, realmente o material perde muita qualidade. Desmagnetização, ou perda de coercividade, é uma característica de mídias magnéticas. Um dos comentários se refere a quantidade de boas coisas que ainda não estão em cd e que se encontra em k7. Acho que o próprio FiliPêra não poria fora uma fita dessas. E isso também não interessa.
O fato é que o que incomodou o povo não foi o "desleixo tecnológico" de Filepêra, e sim o descaso com todas as lembranças tão caras a esses que criticaram e estão gravadas em um fita K7. A mais justa, diga-se de passagem, choradeira hehehe. Só não vale fazer pseudo argumento para encobrir o que quer ser dito: bobo, vou contar tudo pra minha mãe!
Eu mesmo não tenho coragem de jogar os meus podcasts "infantis inúteis" fora. Mas também não venho xingar o rapaz, né seu fio da p***?
hahahaha
Abraços

lagoa-cristo disse...

A qualidade de som das fitas-cassette era péssima, já que a leitura era em baixíssima rotação. Mas se vc escutasse o som de um 'fitão' de rolo gravado analogicamente, vc ficaria surpreso. Principalmente numa grande e potente caixa de som emoldurada em madeira. Hoje em dia, a gravação é 'perfeita'(?), mas a audição nestes aparelhinhos de bosta(mesmo)em plástico, é terrível. Ou vc acha possível escutar hard-rock, heavy metal, ópera, jazz(c/contra-baixo de pau) ou Concertos, nessas bostinhas miúdas? Som pra mim é em caixas potentes, de preferência com amplicação de válvula(analógica)... Vejam o sucesso do 'vinil' lá fora. Som de CD não presta. Lembremos sempre: o mundo é "analógico", os aparelhinho é que são digitais...

Anônimo disse...

Comentário inteligente?!? Vocês já escutaram uma música chamada BIENAL (Zeca Baleiro & Zé Ramalho)?? Escutem! Vcs tem notícia desta obra de ARTE?!? .... Foi feita para vcs, para desintegrar o poder das bactérias PÓS-MODERNAS. Vcs são o lixo do lixo!!! "para entender um trabalho tão moderno, é preciso ler o segundo caderno, calcular o produto bruto interno, multiplicar pelo valor das contas de agua, luz e telefone...", que não devem saber né???

Anônimo disse...

Ahh, além de não saberem o que é uma OBRA DE ARTE ainda andam atrás de cheirar o cú de Belgas e etc?? Mercenários escrotos!!!

Isso nunca será arte! Isso é "embromation, embustation"! Merda!

Dylan (um poeta) teria um ataque cardiáco se avistasse isso de longe!

Anônimo disse...

Gostei das obras feitas com fitas k-7, mas certamente eu não daria às minhas próprias fitas k-7 este fim.
Por falar nisto, eu digitalizo fitas k-7 e vinis por um precinho camarada e, conforme as po$$ibilidade$ do cliente, faço até capinhas e encartes para os cds resultantes do processo de digitalização.
Confira! marcelo4001@yahoo.com.br

Anônimo disse...

Nao e pra jogar no lixo; mais ja pasei tanta raiva com fitas K7, se enrolan, se quebran....
Nos CD nao acontece nada de isso..

Anna Paula disse...

Bom eu adorei a idéia...até pq eu tenho milhares de fitas k7 e nem sei o que fazer com elas...mais como uma apreciadora de quase toda velharia já existente, não acho que são inúteis as fitas k7, eu tenho uma coleção delas bem como discos de vinil, eu acho que essas 'velharias' são muito importantes na formação das crianças que devem ser apresentadas a esses aparelhos antigos para saber o quanto o mundo se modificou e como a criatividade do homem pode ajudar na melhoria do planeta, pois com a conciencia ecologica por exemplo, imagine qto tempo deve fiacar na natureza uma fita k7, deve levar milhares de anos até se degradar...bom é isso ai!
tá dado meu recado e amei a idéia!

Jarvis disse...

A descartabilidade de um mundo consumista transforma sensibilidade em uma fria expressão a geração "Proteus" tem fluido nas veias e portanto é incapaz de sorver o balsámo fantástico que chamamos de arte.
Joguem no lixo tud!suas mentes e seus espirítos, apaguem todo seu registro num simples toque de um botão.

Anônimo disse...

A falta de sensibilidade do ser humano é terrivel.Por isso muitos filhos abandonam os pais "já estão velhos e ultrapassados" não servem mais. Como se na Infancia, não lhe dessem carinho, carregado no colo e tudo mais.Assim é a ciência, sempre inovando, descobrindo e inventado, porem sem nunca esquecer que para chegar a tanto, teve um passado de inventos também importantes. Pois antes do trator para arar a terra o homem teve a enxada, para produzir seu sustento.Portanto a fita acassete foi na época um grande passo para o futuro em gravações e deu muita alegria a muita gente. Respeitem o passado vivam bem o presente e torçam para um futuro melhor.

teacher Sonia disse...

VERY GOOD IDEA! Eu tenho uma caixa de papelão cheia de fitas e ainda não joguei fora porque pensei que elas seriam úteis para alguém, com muita criatividade como esse artista, para justamente fazer alguma 'arte'. Se quiserem essas fitas, me escrevam: sonia42scs@yahoo.com.br

Umberto A Gen disse...

Bom dia pra você.
Realmente a apresentação do trabalho, ao menos a nível de "gramática escrita", só devo lamentar. Você até escreve bem, mas usa muito mal o português. Certas expressões ficam melhor no seu ambiente familiar, ou na sua roda de amizades. Evitá-las em público seria o correto, mas considerá-las normais, é mais uma vez lamentável.
Depois tem outro detalhe: a continuar nesse ritmo mental, a nossa história atual será lixo para os que vierem amanhã, da mesma forma que você considerou lixo aquilo que era o seu passado, a sua história. E guardar um cassete onde você proferia o seu primeiro palavrão, que seria com "c", outra grande pérola de mau gosto.
A obra do artista Iris é fantástica. Aliás, estamos falando de gente do passado, das velharias de ontem, não é mesmo?

LEEALVIN disse...

Tenho uma porção de cds que não tocam mais, ainda bem que consigo baixar as musicas.
Tenho uma porção de discos vinil que continuam tocando apesar de mais de quarenta anos.
Tenho ficas K-7 que eram do meu pai e continuam tocando.
O ouvido humano não consegue distinguir o toque de uma fica K-7 de boa qualidade de um cd.

Anônimo disse...

PERDA DE TEMPO...

Roberto de Lorena disse...

Sensacional a idéia de fazer arte com as K7, que heroínas, tanto nos serviram, em um tempo recente, entre os Lps. e os Cds.
Nossas bravas fitas não foram para o lixo e viraram arte... Quem diria !!!

Carlos André Poloni disse...

Bacana a idéia de fazer arte com fitas K7.

Aos novos principalmente, sem ofensa.
Sinto pena. Muita pena das novas gerações com o bombardeio de informações equivocadas provenientes da grande rede. Como de praxe, venho a informar a vocês o que vem acontecendo ao passar dos anos.
O pessoal da velha guarda, assim como a minha pessoa, teve contato com o auge da fita K7 e do disco de vinil. Digo "auge" pq de tempos em tempos, exclusivamente no Brasil, comerciantes sem cultura, "destroem" tecnologias convencionais e bastante difundidas exigindo custos menores dos fabricantes com o objetivo de ter uma maior margem de lucro. Com isso a qualidade desaba a níveis nunca antes vistos. Exploram a ignorância do povo de forma manipular o comprador a adquirir algo novo. Algo comum, afinal, eles "precisam vender o peixe". A economia tem que ser movimentada.
As novas gerações que tiveram contato com a fita K7, pegaram a época "negra" da mídia e dos gravadores. Nenhum micro system atual de fabricação nacional tem o projeto do gravador K7 capaz de realizar as gravações com a qualidade com que nós da velha guarda escutamos na década de 70 e 80. Isso é um FATO. Da mesma forma, as fitas K7. Praticamente todas as fitas K7 ainda fabricadas no país utilizam a mesma mídia magnética de um mesmo fabricante, que aliás, é de péssima qualidade. Essas fitas K7 novas, gravadas com aparelhos baixa qualidade, são um prato cheio para o pessoal tecer comentários do tipo "Fita K7 não presta"; "O som do CD é muito superior ao K7.", sem ao menos ter escutado aparelhos e fitas "de verdade". Um bom gravador K7(tape deck) com fitas decentes, é capaz de gravar áudio com qualidade igual e até superior aos CDs.
É assim com tudo que consumimos. A situação está tão ruim, que o melhor equipamento de som e do descrito como "melhor fabricante nacional", possui nada mais, nada menos que 10% de distorção harmônica na via dos graves. Algo inimaginável há 25 anos atrás. Na época se falava em 0,01% ou na pior das hipóteses 0,1%, mas convenhamos, 10%!?!?! E temos que engolir isso?
É assim, simples, sem fantasia ou nostalgia. Quem viveu à época, escutou e sabe o que estou falando. O pior cego é aquele que não quer ver.

Valdivino disse...

Pessoal, não vamos bombardear o rapaz. É a opinião dele. Quanto a minha posição Sou músico e tenho uma porção de fitas K7 guardadas em casa. Quando der, quero passá-las para CD. No momento o que tenho a relatar em relação a este tipo de mídia(fitas)é que algo no design delas me encanta: isso talvez pela recordação que me trazem dos primeiros acordes gravados, da música a meus 12 anos (com voz de menino). Hoje "falo e canto com mais gravidade" mas o registro que tenho de minhas falas e cantigas de criança de valor incomparável "para mim". Obrigado!!!

Valdivino Santos - músico disse...

Eu e meu irmão Toninho somos amigos do Zé Henrique da dupla Zé Henrique e Gabriel. Toninho tem o 1º LP dele (Zé Henrique) cantando com Gean Paulo (primeiro segunda-voz da dupla) em ótimo estado de conservação. É um documentário que acho que nem ele tem mais. Mas o que importa é que este tipo de material (discos de vinil, fitas etc) guardam a essência sonora de uma época que marcou muito pra gente. Há pessoas que fazem coleções desses materiais que trazem essa originalidade. É gostoso você ouvir um Vinil (aqueles chiadinhos que a agulha reproduz por causa dos arranhados na superfície do disco parece que completam mais ainda a originalidade). Um abraço carinhoso a todos!!!

Valdivino Santos - músico disse...

Caso alguém se interesse, meu e-mail é: valdivino_professor@hotmail.com

Anônimo disse...

Ah.
Tive que fazer meu comentário tbm.

De fato a tecnologia atual trouxe algumas coisas interessantes para o mundo do armazenamento musical.

Mas todos nós sabemos que técnologia não é sinônimo de qualidade.

Batam o pé os moderninhos, gritem e espeneiem: O K7 é analógico. O CD é digital... O maior objetivo do sistema de codificação digital é tentar ser o mais próximo possível do analógico. O que não significa ser idêntico.

A molecada de hoje caçoa dos mais velhos dizendo que a qualidade de som das antigas fitas K7 e dos LP's não eram boas. Na verdade, nós é que temos que caçoar deles, porque a maioria deles nunca chegaram a ouvir som realmente de alta fidelidade. Nós sim sabemos o que é hi Fi.
Qdo nós gravavamos nossas fitas nos preocupávamos com curva de equalização. A moçada de hoje apenas com o formato de arquivo e tipo de conversão: os "pseudos audiófilos" modernos deixaram de ser entendidos em acústica e passaram a ser operadores de computador. A única preocupação é manter a taixa de bit's mais alta possível... e só.

No tocante a fita K7, não me entra na cabeça o porque dela ser sempre tão agredida nos assuntos em que a envolvam.
É só colocar uma fita de boa qualidade em um deck de boa qualidade pra tirar a dúvida.

Se fala muito em converter K7's e LP's para formatos digitais de modo a não ser mais necessários tê-los.

Porque essas mídias tem que ser obrigatóriamente banidas ? O que essas mídias tem que devem ser destruidas a todo o custo ? Porque o K7 é tão inadmissível ? Porque é proibido escutar a música que se gosta diretamente do K7 ?
Particularmente, acho que é uma mídia que deveria ser preservada.

Mesmo com o advento do CD, ela não deixou de ser boa como a nova geração prega por aí. É extremamente versátil e segura, e assim como alguns relataram aqui, tenho fitas com mais de 30 anos com recordações da minha infância, seleções que eu mesmo gravei quando era criança... E são as mais belas recordações que tenho do meu passado.
É.
K7 é isso aí: registros magnéticos para a vida toda.

Allan
Indaiatuba/SP

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