quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

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Tablets: Como o Google vai ownar a Apple

Por Kauê Santoja

ipad vs archos copy

Semana passada a Apple lançou o seu tablet, o Ipad, e como sempre fez muito barulho pelo mundo com fotos que "vazaram" antes do lançamento e toda aquela expectativa de um produto inovador, que há tempos era uma característica da Apple (desculpem me os fãs, mas depois do primeiro iPhone nunca mais houve inovação). O iPad saiu, e o que todos vimos foi uma versão gigante de um iPhone com as mesmas características, as mesmas funções, os mesmos problemas, cheio motivos para não compra-lo e com o preço extremamente salgado ($499,00). Na minha humilde opinião, o principal defeito é a falta de multi-tarefa, você não pode por exemplo, editar um texto e usando uma pagina web como referência entre outras coisas legais que provavelmente você faz com seu PC, notebook ou netbook.

Há meses lançados e sem tanto barulho assim, estão os tablets com Android, o sistema open source baseado em Linux do Google para Smartphones e outros dispositivos moveis. Além do multi-tarefa, ele traz uma gama enorme de aplicativos gratuitos, um Flash Player prometido pela Adobe para o final do semestre e outras funcionalidade que variam de aparelho para aparelho, sendo o mais conhecido atualmente o Archos 7 que conta com câmera,  tela de 7 polegadas, 8 GB de armazenamento com a possibilidade de expansão cartão micro SD, por de $242,00.

Parece bom? Sim, melhor e mais barato, mas como eu disse acima, o Android, apesar de cumprir bem a função de um sistema para tablets, foi desenvolvido para smartphones, quem veio realmente para o mercado de tablets e netbooks foi o Google Chromium também open source e baseado em Linux, e que pode já pode ser baixado gratuitamente também a algum tempo. Novos produtos já estão sendo desenvolvidos, e provavelmente serão mais baratos que o absorvente da Apple. Abaixo fotos de um possível lançamento!

 

chromium1

chromium3

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Rafael Grampá escreverá Wolverine

 

Strange Tales Max cover paul pope

Taí uma notícia que você provavelmente não deve ouvir todo o dia (tá bom, você nunca ouviu uma notícia assim, já que ela é inédita): um brasileiro foi chamado pela Marvel para desenhar e escrever uma minissérie com o personagem que ele bem quisesse! O brasileiro é Rafael Grampá, e ele não pestanejou e escolheu Wolverine, o mais casca-grossa de todo o elenco animadinho da Casa das Idéias.

A história de Grampá fará parte da antologia Strange Tales, e o autor já havia dado pistas quanto a existência do convite em seu blog:

 

"A Marvel me convidou pra escolher qualquer personagem deles (tipo, qualquer um dos 5 mil, pouca opção) pra escrever e desenhar uma história com liberdade total de criação. Escolhi um bem famoso pro choque da mudança ser mais legal. Ok, certamente não será a coisa mais chocante do mundo, mas um choquinho pode ser que role, espero. O roteiro já está pronto e o design do personagem também. Assim é quase como se o personagem fosse meu, então é óbvio que eu me senti à vontade para fazer".

Só para ficar claro como a escolha foi acertada, a linha Strange Tales é uma tentativa da Marvel dar uma nova roupagem aos seus personagens principais, os entregando nas mãos de autores mais indie.

Tá bom, como todos sabem, não sou o maior fã da Marvel, e pra mim o supra sumo que um autor pode alcançar na profissão de quadrinista passa longe de trabalhar no apertado mercado americano… mas o Grampá tem plena consciência disso, e espero que esse trabalho catapulte ainda mais a carreira dele!

 

[Via Omelete]

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[#CParty] Orelhão VoIP cutuca a Telefônica

 

tel_voip

Juntamente com o povo do Partido Pirata, o cara que trouxe o Orelhão VoIP foi o ser que ganhou mais meu respeito e admiração. O motivo é simples e envolve o fato que ele efetivamente FEZ algo, ao invés de só falar (sei, você vai falar que Eu só falo, mas sou jornalista, esse é meu legado). E os que foram a Campus Party puderam ver o totem de protesto contra a maior patrocinadora do evento: a Telefônica. Ele estava lá, discreto, mas funcional; um telefone laranja que fazia ligações completamente grátis para 54 países do mundo, e que tornou inúteis todos os orelhões da Telefônica espalhados pelo Centro de Exposições Imigrantes.

A idéia – que veio do publicitário Alexandre Lourenção, e Thálita Galut, ambos de 24 anos – foi muito bem vinda, já que o evento não era lá um bom lugar para se conversar com celulares (e Eu comprovei isso enquanto tentava ligar pra Nane Ulsan), ficando para o Twitter o cargo de principal comunicador do evento. Os dois que tiveram a iniciativa, que fazem parte do Movimento Liberdade Telefônica, esperavam que a orelhão fosse censurado por parte da Telefônica, o que não rolou.

Mas, boatos que ouvi em off de campuseiros, afirmaram que rolou um gargalo da porta da banda de internet que se conectava ao telefone, o que causou um incômodo lag nas transmissões de voz, que era acentuado pelo fato de que as ligações eram completadas em território americano.

Conversando com o Pedro Renan, gerente de TI, soube por ele que hoje as ligações telefônicas já são feitas usando protocolo VoIP em praticamente tudo, mas as operadores safadamente mantém os preços como se utilizassem a tecnologia velha de outrora…  enquanto nós aqui nos ferramos com assinatura, DDD, DDI e todas essas embromações feitas para tirar nossa grana!

Em outras palavras: parabéns para o povo do Movimento Liberdade Telefônica, abriu os olhos de muita gente!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

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Sétima edição da Revista Arkade no ar!!!

 

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Às vezes fico imaginando como sou meio atrapalhado com as coisas. Sou parceiro do povo da revista Arkade tem um tempaço, e sempre esqueço de divulgar aqui. Algumas vezes foi por culpa da falta de um release, em outras foi pelo sono, mas chegou a hora de passar por cima disso e mostrar como é que se faz um parceiro de verdade. Basta dizer que os caras da Arkade são profissas no que fazem, tanto no conteúdo, quanto nas parcerias.

Abaixo está um release da sétima edição, fresquinha, que saiu no fim do mês passado:

 

tecnologia3d

2012 que nada! Comece o ano com o apocalipse dentro do seu console com Darksiders, jogo de capa da edição de janeiro da Revista Arkade. Entre na pele de War, um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, e descubra porque céu e inferno estão se degladiando e a culpa, aparentemente, é sua! Confira nosso review!

Se a sua praia for um bom jogo de ação, então Army of  Two: The 40th Day é a pedida. A dupla de mercenários Salem e Rios volta à ação, desta vez em Xangai, que está estado de sítio e a dupla precisa sair viva desta. Também revisamos Bayonetta, um dos jogos de maior hype dos últimos tempos, tanto no Oriente, quanto no Ocidente. Mas, será que a bruxa curvilínea merece tanto? Leia a matéria e descubra!

Também analisamos alguns dos principais lançamentos de 2010: Red Dead Redemption, uma espécie de Grand Theft Auto que se passa no Faroeste; Alan Wake, thriller psicológico que está em produção há 5 anos e continua cercado de mistérios; e Super Mario Galaxy 2, sequência do incrível jogo para Wii que promete repetir a dose.

Além dos jogos, a edição de Janeiro também traz mudanças na Revista Arkade. A coluna Gamedev se despediu na última edição de 2009, mas, no lugar dela, preparamos não só uma, mas duas novas seções: Celular trará sempre um bom jogo para você matar o tempo no escritório do dentista, e Networks, na qual analisamos quatro jogos, demos e DLCs disponíveis via download na Xbox Live, PlayStation Network e Wii Shop. Outra mudança é a seção Whatever, que mudou de nome, mas continua a mesma: agora se chama Variedades.

Na coluna Bitbox, estudamos o retorno da tecnologia 3D, que voltou com tudo em 2009 e que deve se estabelecer ainda mais em 2010, com as televisões 3D e os videogames 3D. Já na coluna Clássicos, relembramos Alexx the Kidd in Miracle World.

A Revista Arkade é uma publicação digital, 100% grátis. Nossos agradecimentos a todos que estão nos apoiando e recomendando a revista para seus amigos ou linkando no twitter/blogs. Relaxe e aproveite. Seja bem vindo à Arkade!

 

abrired

Sejam felizes e mais bem informados

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PS3 não resiste e é hackeado

 

ps3hacked

Na geração passada havia sido o GameCube o console que resistiu bravamente aos ataques hackers, tendo ganhado jogos piratas somente no fim de sua vida, e tudo graças a uma mídia proprietária criada pela Panasonic. Nessa geração foi o PS3 e seu Blu-Ray a Resistência anti-pirataria. Mas, como tudo tem um fim, principalmente no mundo dos eletrônicos, o PS3 viu  essa inviolabilidade sucumbir na semana passada.

O cara que conseguiu esse feito não é um qualquer, é o mesmo que hackeou o iPhone: George Hotz, o GeoHot. Segundo sua documentação do processo, todo o lance demorou cinco semanas para ser terminado a contento, e exigiu muitos conhecimentos de hardware e software. Mas o resultado lhe deu acesso a memória do sistema e ao processador, num esquema conhecido como hypervisor, criado pela Sony.

O hypervisor é a camada mais baixa de software do PS3, e é o único que possui acesso direto aos componentes de hardware do aparelho. É como uma medida de segurança extra para impedir que falhas no software comprometam o funcionamento do console. Agora, com um método (ainda não divulgado) que permite obter status de hypervisor, considere o PS3 entregue ao trabalho dos hackers, e aguarde os tão esperados jogos piratas, que tanto ajudaram na fama da família PlayStation – tipo como rola com o Windows. Ou seja: recomeçou a guerra da toda-poderosa Sony com os hackers, com firmwares e todas essas coisas que conhecemos!

Detalhe: que arranjou um PS3 para George fazer a festa foi um brasileiro.

 

Ars Technica [Via Geek]

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Ichiban Brasil 2009

Por Murilo Andrade 

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Estava lá eu sem nada pra fazer, com uns 10 posts pra ser publicados pelo FiliPêra, quando vi que estava rolando uma votação online para eleger os melhores no entretenimento japonês. Então, caso quando vocês lerem isso a votação já estiver encerrada, vão xingar o editor, a culpa vai ser dele, não minha. Só um aviso.

A votação a que me refiro é a Ichiban Brasil, criado pelo Leo-Kusanagi e pelo Denys Almeida, e tem como propósito eleger eleger os melhores animes, mangás, dramas, dubladores, editoras e estúdios do ano passado.

Segundo li no Subete Animes o projeto levou seis meses para começar. Enquanto isso, blogs especializados em cultura japonesa selecionavam títulos e artistas. O período de votação começou no dia 31 de janeiro e vai até o dia 15 de fevereiro, sendo que o resultado final será divulgado no dia 20 do mesmo mês. Se quiser votar clique AQUI ou na imagem para ser mais feliz.

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[#CParty] Peitinhos na Campus Party

 

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Quando a galera campuseira tava no maior climão de putaria do Lingerie Day, eis que surge algo um pouco mais explícito para animar os ânimos. Trata-se da foto de um par de peitinhos tiradas por uma inscrita na Campus Party. Eu não sei a quem eles pertencem, mas uma fonte absurdamente duvidosa cantou a pedra, e se estiver falando a verdade, eu conheço a dona dessas tufas. Mas como não tenho certeza, prefiro ficar quieto.

PS: Alguns me disseram também que a foto fez parte de um concurso para ganhar uma camiseta da agência Gringo, que envolvia fazer loucuras e tudo o mais. E a mina da foto ganhou! Bom, o importante é que rolaram peitos!

 

[Via Tudo Podre]

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

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[#CParty] O Porn é o novo Boring

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A Aline (e seu corselete), com o Gustavo Fortes

Se você pretende vir à Campus Party ano que vem, anote uma dica das melhores: não seja rato de palestras – mesas redondas, painéis, debates e whatever – e só vá nas que realmente parecem interessantes. E mesmo nas que realmente parecem interessantes, fique esperto, porque existe uma larga possibilidade dela ser um saco de velho. Sério, na teoria as palestras parecem o máximo, mas, ao menos na área de blogs – que é a minha praia -, a coisa roda, roda e pára no mesmo lugar.

De um monte de palestras que tinha me inscrito, só participei efetivamente de três. Duas foram boas – a do Kevin Mitnick, e do povo do Jovem Nerd – e uma foi uma porcaria. Você deve estar pensando “É um bom saldo…” mas digo que não é! As duas palestras boas assim foram devido ao carisma dos seus palestrantes, e não necessariamente pelo assunto em si. Logicamente que Kevin Mitnick fez A melhor palestra das que eu acompanhei, mas metade disso se deve ao fato de ser o Kevin Mitnick, o hacker mais icônico que o mundo já conheceu (explano a palestra dele em outro post).

No debate em questão, Is internet for porn?, o que me chamou a atenção foi o tema propriamente dito, apesar de ter quase certeza que a questão seria tratada de forma tosca. E não é que para a minha não-surpresa, eu acertei?! Alguns até tentaram fazer a parada ficar produtiva – na verdade, se cada um fizesse uma exposição separada, talvez o lance rendesse, mas, todos juntos fizeram o resultado sair catastrófico. Participaram da mesa Gustavo Gitti, Aline Gomes, Alê Félix, Fausto Salvadori, e Castrezana, e eles não concordaram em absolutamente nada. Se por um lado isso é bom para ajudar no debate, por outro tornou tudo uma verdadeira zona, e isso não foi um trocadilho.

Se a Alê era partidária do sexo com amor, a Aline era fã do Vamos dar mesmo, meninas. Até aí tudo bem, o problema era achar que todas as mulheres ou todos os homens pensavam como elas, o que o planeta inteiro sabe que é uma inverdade das maiores. Por isso, só ficavam naquele lance de “Estou generalizando para debater…”, sendo que um debate prega exatamente o inverso. E por isso o enfado logo tomou conta de tudo!

O Gustavo e o Fausto até tentaram apresentar casos interessantes, mas as duas mulheres, parecendo que estavam a fim de se digladiar, não paravam quietas (principalmente a Aline, que parecia dizer  a todo momento: Eu transo muito, mas tenho diploma, tá?!). E foi essa divergência de pontos de vista, que tinha tudo para tornar o debate mais interessante, que tornou a discussão um tremendo papo de boteco. Pontos interessantes como As pessoas procuram tanto putaria quanto antes?, ou o impacto dessa pornografia sobre a formação das crianças, foram soterradas por discussões idiotas como Usar ou não usar xilocaína no anal?. E isso foi irritante pra cacete.

Quando as perguntas começaram e a tendência era melhorar, de alguma forma tudo piorou. Uma escritora de contos eróticos cujo nome nem Twitter eu lembro (e parece ser gente boa), na tentativa de se mostrar, disse que o povo da banca não tava com nada, já que existem muitos lugares para se obter pornografia na web. Essa questão surgiu após os integrantes da banca se perguntarem sobre isso, terminando por concluir que os nichos estavam por demais difundidos, e os que viam pornografia casualmente, terminavam tendo que se contentar com lixo.

No fim das contas, as tiradas bem humoradas do Edney – tipo: Nosso tempo esgotou. Perguntem tão rápido quanto a duração da punheta de vocês! – e as conversas com a Lola, fora o corselete da Aline, acabaram por minimizar a minha perda de tempo.

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O Fim de um Mito

Por Murilo Andrade, do Humorragia 

 

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Envolto em um clima de mistério, o Voz do Além talvez tenha sido o maior sucesso do Nerds Somos Nozes. Vencedor de uma enquete do Orkut como o NSN preferido dos leitores, e mais seguido no Twitter que a própria conta oficial do blog. Era sempre do mesmo jeito, todo dia, quando os leitores conversavam entre si, o papo sempre dava um jeito de ir para qual seria real identidade do Voz do Além. Eu, na tênue linha entre leitor e colaborador nerd, tinha um bom palpite: só podia ser o FiliPêra.

Era muito óbvio! Os dois torcem pelo mesmo time, os dois também achavam que a década só acaba no fim de 2010, os dois achavam a DC melhor que a Marvel e davam a mesma explicação para justificar a preferência, e um outro número enorme de coincidências que me foge agora à memória. Das três uma: ou o FiliPêra era o Voz do Além, ou o Voz do Além era um puxa-saco do caramba, ou os dois eram almas gêmeas. E pelo jeito a primeira opção estava correta, como foi mostrado na última terça-feira na TV Cultura (e alguns minutos antes, ao vivo, na Twitcam da VivoVerde), canal que quase ninguém assiste, mas tudo bem. Largamente anunciado no Twitter, eu não pude ver a reportagem, mas fiquei sabendo no outro dia por lá.

Mesmo já estando desconfiado desde o início, uma coisa me surpreendeu nisso tudo. Se o Voz do Além é o FiliPêra, quer dizer que o cara escreve de três a quatro posts por dia. Sem esquecer de atualizar o Anarquia Nerd. E eu que choro se tiver que escrever um post todo dia. E pensar que eu ficava enchendo o saco dele por causa dos erros de português. E ele ainda fez isso tudo sem se atrapalhar e escrever alguma incoerência que entregasse o jogo de que ele era o Voz do Além.

Ainda tem coisas que aparentemente estão indefinidas. O Voz do Além continuará dando as caras no NSN? Se não, o Twitter dele será deletado? E com quem eu falo agora quando enviar um post? Perguntas e mais perguntas. Só uma coisa é certa: agora que tudo já foi revelado o filme do NSN já pode sair nos cinemas.

Nota do Editor: no sábado, dia 07/02, gravaremos um NozesCast especial sobre o Voz do Além (e um pouco da Campus Party). Se tiverem perguntas – e Eu creio que têm – mandem por email, ou por Twitter.

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O primeiro vídeo do YouTube

Por Murilo Andrade, do Humorragia

 

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O YouTube hoje é um site consolidado, mas quando Jawed Karim, Steve Chen e Chad Hurley o criaram, eles viam pouca ou nenhuma possibilidade daquela empreitada dar certo. Mal sabiam que a página ia ser considerada a invenção do ano em 2006 pela Times e que o Google ia desembolsar a exorbitante quantia de $1,65 bilhão para comprá-lo. O que quase ninguém sabe é qual foi o primeiro vídeo a ser colocado no ar. Que nada mais foi que um sensacional passeio no jardim zoológico de 18 segundos feito por Yakov Lapitsky, publicado em 23 de Abril de 2005. Não fosse este o vídeo inaugural do YouTube eu nunca veria essa chatice. Bem, pelo menos acaba rápido. Veja se estiver sem nada pra fazer.

 

[Via Mundo Estranho]


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