sexta-feira, 26 de março de 2010

Avatar FiliPêra

[HyperEspaço #17] Prefere ser um funcionário de fast food ou ter um pepino enfiado no rabo?

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Tava rolando O Balconista 2 no Telecine Light, enquanto Eu - e o povo do NSN que mora aqui no ES - estávamos reunidos falando asneiras. É um filmão, apesar de ter um estilo um pouco menos anárquico e mais polido que o primeiro, um clássico absoluto do cinema independente. Na cronologia do filme, o tempo passou, Randal e Dante encontraram o Quick Stop pegando fogo e agora trabalham no Mooby's, uma lanchonete de fast food. Basicamente eles são os mesmos, porém mais velhos. O tipo que a sociedade americana taxaria de loser.

O filme foi correndo dentro do esperado, até que surge Lance, interpretado por Jason Lee (o Earl, de My Name Is Earl). Ele é o típico mauricinho que se deu bem. Ao menos na mitologia proposta por Kevin Smith, ele não teve pais ricos para tornar tudo mais fácil, mas criou um site de buscas e o vendeu por 20 milhões de dólares. A idéia dele ao passar no Mooby's, foi tirar com a cara dos dois losers que, aos 30 anos, ainda são os mesmos malucos desde a adolescência. Mas, em meio a zuação e tiração de sarro do bigodudo, descobrimos através de um minuto de verborragia de Randal, que Lance tem um ponto fraco! Ao entrar no ginásio, passou por um ritual de iniciação dos piores: enfiaram um pepino no rabo dele e o fizeram andar dessa forma. Cada vez que o pepino caía, ele tinha que morder parte dele e reintroduzi-lo para tentar terminar o trajeto de não-lembro-quantos metros.

O ponto aqui é que, ao visualizarem Lee, os dois tiveram uma espécie de epifania às avessas, um momento de reflexão meio retrógrado, que mostrou o principal fator que os tornava diferentes. Lance era um FDP chato, rico e supostamente bem sucedido. E eles eram... bom, eles ainda eram eles, dois balconistas que só pensavam em transar e gastavam o dia em discussões nerds e piadas infames. Tudo estaria certo para os dois se não fosse um detalhe: Dante ia se casar com uma mulher mala e estava de mudança pra Flórida, para viver às custas dos pais dela. Randal e Dante são diferentes, mas complementares. Um é doido de pedra e escroto até a raiz do cabelo, o típico amigo desordeiro que toda a mãe odeia e diz ser péssima influência para seu filho. O outro é um pouco mais normal, e pensa que a vida é mais do que simplesmente se divertir a todo o momento, sendo necessárias certas realizações.

Nenhum dos dois está certo, nenhum dos dois está errado, e isso é o interessante na amizade deles. A pergunta que ficou no ar é: o quanto vale sacrificar aquele espírito inconsequente da juventude, aquela vontade louca de sacanear o mundo… por uma carreira promissora, que dê muita grana, mas que te coloque num profundo tédio pepinesco? Lance parecia muito contente com a posição em que estava, era milionário e, desde a época do colégio, um mala dos piores; mas ainda se incomodava com o lance do pepino, que vez ou outra voltava para assombra-lo. Mas, Dante não estava lá muito seguro se queria realmente deixar seu passado para trás, casar com uma loira e arrumar um emprego chato pra cacete na Flórida. Já eram décadas ao lado de Randal e uma mudança dessas não era fácil de se fazer. Fora que ele ainda tinha uma âncora que o prendia ao lugar: Becky, vivida pela estranhamente sexy Rosario Dawson.

Em minha inquietude jornalística clássica, me pus a querer saber a opinião do resto do povo que via o filme. Ainda tava a fim de terminar de ver o filme, então fui objetivo e elaborei uma pergunta que dava margem para apenas uma resposta:Prefere ser milionário - num emprego chato de dar dó e que ocupa grande parte do seu tempo e da sua sanidade - com um pepino repousando sobre o orifício anal em algum lugar do passado escolar, ou fritar pedaços de carne e atender clientes malditos diariamente (ou seja lá a profissão bizarra que você escolher, mas que com certeza não dará metade da grana da primeira)? Não vou divulgar aqui quem respondeu o que, mas devo dizer que as respostas não foram unânimes como Eu esperava. Sim, tem gente que prefere ter um pepino introduzido onde não deveria entrar nada, contando que consiga um emprego que o torne milionário, do que simplesmente alcançar o sucesso por suas próprias pernas (claro, para alguns, as duas coisas estão ligadas, mas isso é outra conversa...).

Talvez Eu não tenha sido claro o bastante na pergunta - e ela não reproduziu completamente a situação do filme, mas a resposta me surpreendeu (na verdade, Eu acabei por presenciar um certo silêncio quando perguntei ao dito cujo se ele já havia refletido sobre o tamanho de um pepino). Me soou mais ou menos parecido com o resultado de uma pesquisa em que um monte de mulheres britânicas disseram que não teriam nenhum tipo de prazer sexual  NUNCA, se tivessem certeza que viveriam 100 anos. Eu me pergunto, pra que viver 100 anos sem sexo? Pra ficar trabalhando e enriquecendo seus patrões?

Ou: pra que ter um empregão com muita grana se ele é um saco e toma grandíssima parte do seu tempo? Certamente que você pode viver 100 anos fazendo sexo, e ter grana sem precisar de pepinos, mas a humanidade geralmente gosta de atalhos, sem entender que muitas vezes o suor da batalha é tão importante quanto a alegria da vitória. Seria como se tivessem me entregue o NSN da forma como ele é hoje, com 6.000 acessos diários (ao invés dos 10 que tínhamos até os nossos primeiros seis meses), com essa base de leitores rica que ele tem hoje... Não teria nem perto da metade do tesão que tenho ao administra-lo, não teria sido Eu e meus amigos que teríamos conquistado o sucesso, e com certeza não daríamos o valor devido.

Existe uma segunda questão presente aí, que Eu só consegui captar agora, enquanto ouço os berros de James Dean Bradfield em uma música tipicamente insana do Manic Street Preachers: todos estão à venda! Essa frase é entregue como verdade há muito tempo - desde que inventaram o valor do dinheiro, pra ser mais correto - mas você só percebe a grandeza da parada quando ouve amigos (um deles, na verdade) dizendo que, desde que recebam 20 milhões, não teriam problemas em tomar uma pepinada. E com dezenas de testemunhas olhando, ainda por cima. Logicamente que 20 milhões é grana pra caramba e qualquer um ficaria com a vida ganha tranquilamente, mas ter uma coisa dessas te seguindo pro resto de sua existência, parece ser tão legal quanto ser sobrevoado por um Tupolev Tu-144 com intenções hostis.


emprego
Prefere trabalhar aonde?
No caso do Dante, outro que “estava se vendendo”, havia mais coisa em jogo: o próprio rumo da vida dele! Até que ponto você abdicaria da vida que gosta pra ir pra um emprego que certamente detestaria, convivendo com gente que odiaria de igual modo? Certamente ele estava pensando no que os outros iam pensar, além do auto-imposto conceito que um cara de 30 anos trabalhando num fast food é deveras humilhante. Penso que a felicidade descomplicada deve vir em primeiro lugar. A minha decisão Eu mais ou menos tomei quando abandonei a faculdade de Sistemas de Informação, e fui pro Jornalismo, uma das únicas carreiras que realmente me divertem e empolgam. Com Sistemas de Informação, provavelmente seguiria a carreira de Programador de Softwares, a única coisa que achei razoavelmente interessante naquele ofício, mas creio que me entediaria rapidamente. Até a faculdade estava me entediando, isso com apenas três malditos períodos! Não queria passar a vida sentado numa mesa apertando botões e procurando buracos numa rede de algoritmos e estruturas de dados. Daí pulei pra Comunicação. Para muitos a área tecnológica deve é uma maravilha - e encontrei um bocado de gente que acha isso na Campus Party, mas para mim não é, e essa diversidade é o que torna a humanidade o mapa complexo que é.

É óbvio que as perspectivas de salários são bem menores do que se atuasse na Computação, mas não me arrependi até o momento, com toda a certeza, mesmo vivendo de freelances. É verdade que você deve buscar um equilíbrio entre satisfação e grana, mas diria que deve colocar a satisfação em primeiro lugar. Pense comigo: você vai passar um terço (daí pra cima, menos do que isso é milagre) da sua vida trabalhando, fora as horas que estão entre seu almoço, o tempo que você gasta pra se preparar e se deslocar até lá... Outro terço passa dormindo, o que pra mim é um desperdício foda, mas tudo bem. Você tem somente umas quatro horas pra dedicar ao que você realmente quer fazer diariamente. Se seu trabalho for um pepino, se prepare, sua vida vai ser uma merda.

Trabalho legal, na minha definição, é aquele que você faria se tivesse de folga. No meu caso, ler e escrever. É isso que quero fazer, e isso que estou fazendo nesse exato momento. Não seria gritador corretor da bolsa de valores (tá bom, eles estão praticamente extintos, mas isso é assunto pra coluna Capetalismo) nem por um salário 10, 20 vezes maior que ganharei como jornalista, pelo simples fato que minha vida seria um inferno na Terra, e provavelmente, muito mais curta. E creio que não sou o único que pensa assim... mesmo vivendo ao lado de uma geração cada dia mais decadente, que acha que acha que bater rachas, viver bêbado e "pegando mulher" de balada em balada é o máximo que podem ter da vida. Conversando com outros nerds, ao menos não me senti sozinho. Nerds precisam sempre de novidades, de aprendizado constante, o que boa parte das carreiras não podem proporcionar. Um bocado de profissões é feita somente para te entediar, te tornar um cara frustrado, soterrado de serviço e sem qualquer capacidade de ter opiniões ou contestações.
Pense dez vezes antes de vender o rabo por alguma grana, isso vai te seguir o resto da sua vida. Não dê ouvidos aos seus parentes, e esqueça esse lance de ser médico, advogado ou engenheiro, a não ser que tenha realmente tesão por isso. Ah!, e dispense aquela loira feia que armaram pra você casar com ela na pressão, ela vai te castrar e te dar filhos chatos. Prefira a maluquinha que gosta das mesmas doideiras que você gosta, e parece nunca querer desgrudar da sua pessoa!

PS: No fim do filme, Randal e Dante ficam bem e arrumam um modo de melhorarem de vida!

7 Comentaram...

- Lord ♪ disse...

Concordo com o que o Filipêra disse. Puta meu, a gente passa a maior parte do nosso dia no serviço, se formos escolher um serviço chato estamos fudido, mesmo que isso dê grana, viveremos de forma frustrada e infeliz. Prefiro arriscar escolhendo fazer algo que realmente me dê prazer do que encher o rabo de dinheiro em algo tedioso!

Rápido disse...

Eu também pela mesma poisa, cara. Uns anos atrás tentei um curso de webdesigner porque achava que ia dar uma grana forte e rápida, mas foi mó decepção. Simplesmente não era algo com que me identificava, então tentei o Jornalismo. Tô terminando a facu agora, acho minha faculdade particular uma merda que só ensina e ser "mais um", mas valeu a pena o quanto eu aprendi do mundo, do que move as pessoas e da sociedade em que vivemos. Putz, eu até fiz a minha professora e atual orientadora de monografia passar a gostar e analisar sociologicamente video-game, animes e HQs!

Hoje também trabalho como frila, como tradutor e como jornalista em uma ou outra ocasião. Minha vida é dura e sem extravagâncias, praticamente sustento meus pais e nosso "apertamento", mas não há dinheiro que pague você poder escolher como, quando, onde e para quem trabalhar. Ainda tenho minhas tendências anarquistas e acho que vivemos numa estrutura falida (assistir Love Story do Michael Moore e os dois Zeitgeist no espaço de uma semana dá nisso), mas dá pra vislumbrar uma vida menos vazia.

Eu fico observando meu pai, um puta economista e contador que trabalhou quase 30 anos na IBM e depois de ser demitido às portas de se aposentar precisa ficar fazendo bico de churrasqueiro, revendendo gêneros alimentícios e montando projeto de gestão empresarial pra 'tentar' vender pra empresas. Nunca fez pós, MBA ou mestrado porque na época dele não se dava valor e agora sofre com isso. Cansou de ver estagiário que ele treinou ser efetivado e chegar a cargos mais altos que. Ele hoje vive uma vida vazia, fica em casa o dia inteiro, não faz nada de novo, não aprende nada novo, mas ainda acredita que vai ser rico... Triste, cara.

Velho da Montanha disse...

É cara, tem muita gente que deixa enfiar pepino e coisa beeem maior onde querem pra ter status e poder, nosso mundo é regido pelo desejo de segurança.

Quem quer arriscar a se dar mal e não poder comprar tudo que passa na TV?

Hoje até nossas relações familiares são baseadas no dinheiro, filhos fazem seus pais de reféns, montam em cima deles, os pais são bancos onde os filhos tiram dinheiro, e quem quer ser humilhado pelos próprios filhos?

Pergunte a qualquer adolescente o que eles querem fazer na vida e eles vão dizer que querem ter "sucesso profissional", mas não saber dizer o que querem fazer, que profissão seguir. A que der mais dinheiro será a escolhida.

As garotas sonham em se casar com um ricaço que possa pagar implantes de peito e lipoesculturas, elas querem ser bonecas.

Nós precisamos de valores, e o primeiro deles é a realização pessoal, saber quem você é, que você não é uma coisa e nem as coisas que possui.

Anônimo disse...

Particularmente, dos filmes do Kevin Smith, eu só gosto do "Dogma" e do "Barrados no Shopping", até mesmo o cultuado "Procurando Amy" eu acho fraquinho, mas enfim... gostei da análise que você fez sobre a mensagem do filme. Esse endeusamento do capitalista bem sucedido que nem tem 30 anos e tem quase tanta grana quanto o Bill Gates é um paradigma comum na sociedade norte-americana. O filme "clube da luta", na minha opnião, é uma das obras que melhor reflete esse estado das coisas.

Gringo disse...

Por muito tempo de minha vida eu segui essa linha de pensamento do FiliPêra. Mas ultimamente eu venho refletindo muito sobre o exemplo de Fernando Scherer.

O nadador Xuxa muito provavelmente entrou para o esporte por puro prazer. Atleta certamente não é uma carreira estável no Brasil. Ainda assim, ele se esforçou, ganhou sucesso e respeito profissional.

Mas qual o meu susto ao ver que o Xuxa, após se aposentar da natação, declarou que jamais entraria numa piscina novamente. Provavelmente a pressão das competições esportivas lhe destruiu todo o prazer de dar braçadas n'água.

Aí eu me pergunto: tornar o seu hobby um ganha-pão não põe em risco o seu tesão pelo negócio? Porque, em algum momento de sua vida, você vai querer produzir pelo prazer, mas vai se pegar fazendo isso só pelo dinheiro mesmo.

Não estou dizendo que pepinada é a solução, mas às vezes fico em dúvida se o homem realmente deve comer a carne onde se ganha o pão.

Anônimo disse...

Cássio:
Trabalho legal, na minha definição, é aquele que você faria se tivesse de folga. No meu caso, ler e escrever. É isso que quero fazer, e isso que estou fazendo nesse exato momento. Não seria gritador corretor da bolsa de valores (tá bom, eles estão praticamente extintos, mas isso é assunto pra coluna Capetalismo) nem por um salário 10, 20 vezes maior que ganharei como jornalista, pelo simples fato que minha vida seria um inferno na Terra, e provavelmente, muito mais curta. E creio que não sou o único que pensa assim... mesmo vivendo ao lado de uma geração cada dia mais decadente, que acha que acha que bater rachas, viver bêbado e "pegando mulher" de balada em balada é o máximo que podem ter da vida. Conversando com outros nerds, ao menos não me senti sozinho. Nerds precisam sempre de novidades, de aprendizado constante, o que boa parte das carreiras não podem proporcionar. Um bocado de profissões é feita somente para te entediar, te tornar um cara frustrado, soterrado de serviço e sem qualquer capacidade de ter opiniões ou contestações.

Pense dez vezes antes de vender o rabo por alguma grana, isso vai te seguir o resto da sua vida. Não dê ouvidos aos seus parentes, e esqueça esse lance de ser médico, advogado ou engenheiro, a não ser que tenha realmente tesão por isso. Ah!, e dispense aquela loira feia que armaram pra você casar com ela na pressão, ela vai te castrar e te dar filhos chatos. Prefira a maluquinha que gosta das mesmas doideiras que você gosta, e parece nunca querer desgrudar da sua pessoa!"

Cara de boa alem de rir muito pq foi engraçado concordo desde os meus 12 anos quando começei a pensar sobre fazer oq gosta em vez de fazer o da dinheiro tenho dois amigos q discuto muito essa questão um deles foi oq me apresentou o NSN o outro foi oq me fez refletir sobre isso sempre em vez de ficarmos vendo aquelas aulas chatas q não servem de nada a não ser te tornar mais um q prestou atenção naquilo passavamos as aulas debatendo e desenhando anime comentando sobre o jogo.
Desde q nasçi acho baladas a maior perda de tempo assim como dormir tbm em vez disso passo horas com meus colegas em eventos de animes zuando jogando rpg e procurando gostar do que fazer estou terminando agora o maldito colegial e não sei oq fazer de facul ja q nem sei oq realmente gosto. Realmente falando serio nem to afim de descobrir.Mesmo não sabendo e não tendo prestado atenção em nenhuma aula fico feliz porque sei tudo oq preciso sobre oq gosto computadores jogos animes filmes cinema, ate hoje nem sei como passei da 5 serie ja q num vi uma aula de verdade
Sobre oq vc falou sobre os nerds é verdade uma cois q prestei atenção esses dias é q sou nerd realmente e todos meus verdadeiros amigos com quem me divirto são e me orgulho deles por que somos NERDS IRRA.Eu como exemplo não consigo quando gosto de cosias quero saber mais e mais não consigo ficar num trabalho monotono , tenho q fazer estagi oagora pra terminar o 3 ano, estava fazendo estagio e era muito chato tirava 90 % do meu tempo deixava desanimado e o tedio era demais oqu eu fiz? pedi demição ahhaha e to nem ai não vo fazer essa merda prefiro ficar com o pouco dinheiro q tenho do q trabalhar nessa merda.
Cara na boa li tudo oq vc disse e concordo ficar pegando mulher bebendo feito doido e ser mais um idiota q so trabalha pra se extressar mais é uma grande merd..., cara vc ta certo fico feliz em saber q existe pessoas com mente assim como vc e muitos q conheço pensam em vez de se tornarem mais um vc é o cara precisava dizer isso adorei a noticia site ta otimo vlws abraço

Nana disse...

Ahn... mas tipo, entre um emprego chato que não dá dinheiro e um chato que dá dinheiro, melhor o que dá dinheiro né... Pq trabalhar num fast food é algo extremamente chato!

Outra coisa, um trabalho chato que dá dinheiro pode te permitir trabalhar por um curto espaço de tempo juntando grana para depois trabalhar em algo que tu realmente goste. Enquanto o que não dá dinheiro te obriga a fazer aquilo pelo resto da tua vida.

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