quarta-feira, 7 de abril de 2010

Avatar José Renato

Batman: Arkham Asylum

 

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Não é segredo para ninguém: todo jogo baseado em filmes/HQs/seriados é uma porcaria. Existem algumas parcas exceções, mas a regra geral é esta. Veja por exemplo, Superman 64, altamente considerado como um dos piores jogos de todos os tempos. Ou mesmo o velho ET: The Extra-Terrestrial, que foi uma das causas da quebra da Atari e da grande crise dos videogames de 1983. Até 2005, eu não conhecia nenhum jogo remotamente bom baseado em franquias, o que mudou com Chronicles of Riddick: Escape From Butcher Bay (talvez este seja bom porquê o filme é terrível, mas vai saber né).

O ano de 2009 viu uma certa mudança nesse quadro. Fiquei surpreso ao jogar X-Men Origins: Wolverine e constatar que era um jogo melhor que o filme (o que ainda prova o ponto do parágrafo anterior sobre Riddick), mesmo não sendo lá aquelas coisas. Também em 2009, Ghostbusters: The Video Game trouxe os queridos Caça-Fantasmas de volta, e foi um ótimo jogo. Como assim eles estão acertando com os jogos licenciados?

Ainda assim, aguardei cautelosamente ansioso por um dos títulos mais esperados de 2009, Batman: Arkham Asylum. Seria ele mais uma porcaria feita pra ganhar com o sucesso do filme The Dark Knight? Ou a Rocksteady e a Eidos Interactive iriam desafiar a regra das licenças? Depois de jogar B:AA mais de uma vez, minha resposta é que ele não só é o melhor jogo baseado em licença, como é o melhor jogo baseado num super-herói, é um dos melhores jogos de 2009, e um dos melhores jogos de ação que já joguei.

HISTÓRIA

O jogo te põe na pele do (é, espertalhão, você adivinhou) Cavaleiro das Trevas depois de conseguir, mais uma vez, capturar o Coringa, que recentemente havia escapado do Asilo Arkham. Mas, dessa vez, algo parece errado. O Coringa quase permitiu que Batman o levasse embora para Arkham. Praticamente se entregou. É claro como o dia que isso é uma armadilha, e assim que Coringa consegue, se liberta, toma o controle do Asilo com a ajuda de Arlequina, e liberta todos os prisioneiros de Arkham. Claro que Batman não pode deixar isso barato, e com isso, seguiremos o Cavaleiro na noite mais longa de sua vida para impedir mais um super plano do Coringa para destruir Gotham City. Não é lá a melhor história do Batman, convenhamos, mas é simples e eficiente o suficiente para que o jogo funcione como um jogo do Batman, e para fazer com que o jogador se sinta na pele dele.

 

"O que? Não confia em mim?"

O Asilo Arkham pode não ser muito conhecido para o pessoal que só viu os filmes e nunca leu uma história do Batman. Basicamente, é o lugar de onde tudo quanto é vilão do Batman escapa, e pra onde tudo quanto é vilão que é derrotado pelo Batman é levado. Eu também pessoalmente nunca li histórias do Batman no Arkham, mas pelo que parece, o jogo é relativamente fiel aos quadrinhos, mostrando um Arkham sombrio e arruinado por todos os pacientes que arregaçaram com o lugar. O jogador também encontra várias fitas com entrevistas médicas com os vilões que são interessantes e mostram o modo de agir de cada um deles, dando ao mundo do jogo uma história que o aproxima dos quadrinhos. Além do Coringa e da Arlequina, você enfrentará vários vilões clássicos do Batman, como o Espantalho, a Hera Venenosa e o Croc, apenas para mencionar alguns deles. O jogo também conta com várias sequências que trazem à tona a história de Bruce Wayne, especialmente nas sequências do Espantalho, nas quais Batman tem que enfrentar seus maiores medos, que envolvem a morte de seus pais.

O jogo não tem tripas voando e sangue espirrando pelas paredes, mas é um jogo adulto e violento. O asilo foi destruído, a Arlequina e a Hera Venenosa se vestem em roupas mínimas, o jogador pode ouvir bastante linguagem chula, e o combate envolve Batman quebrando membros de bandidos na porrada. Juro que sinto arrepios ao ver Batman quebrar as pernas dos bandidos como se fossem galhos secos. Talvez seja mais impressionante do que ter sangreira total para alguns.

GRÁFICOS

Mais uma vez repetirei: não gosto da Unreal Engine 3. Dito isso, Batman: Arkham Asylum é facilmente o jogo mais bonito já lançado na engine. Falando primeiro dos problemas, ainda vemos o pop-in de objetos à distância, característico da UE3. A vegetação nos ambientes abertos da ilha Arkham é vergonhosa de tão feia e imóvel, e ainda vemos as texturas carregarem logo após abrirmos uma porta, ou carregarmos o jogo. Mas esses são os únicos problemas do jogo, o que minimiza bastante os defeitos da engine.

O lado bom: as texturas carregam muito mais rápido que em outros jogos na mesma engine, tais texturas são altamente detalhadas, com efeitos de Bump Mapping e iluminação adequada. A iluminação é muito bem trabalhada, especialmente no Windows 7 com a opção Spherical Harmonic Lighting ligada. As sombras são detalhadas e de alta resolução. A capa de Batman, apesar de clipar por certos modelos, é animada de forma perfeita enquanto balança ao vento. As animações de Batman e dos inimigos e vilões é fluída e a interação em combate é quase perfeita. E também temos a melhoria que somente PCs tem: os efeitos de PhysX.

 

Papel dinâmico é só uma das atrações dos efeitos PhysX

PhysX transforma Batman: Arkham Asylum em outro jogo. Tais efeitos adicionam fumaça dinâmica (que se mexe conforme os movimentos dos personagens), faz certos ambientes se tornarem destrutíveis, e especialmente nas cenas de visões do Espantalho (mais sobre isso na parte de Jogabilidade) os efeitos de partículas são incríveis quando o Espantalho destrói partes do mundo e tais partes flutuam no ar. Mas fique avisado: para manter 60 frames com todos os efeitos de PhysX ligados, o jogo requer um sistema com duas placas de vídeo, com uma delas trabalhando especificamente nos efeitos de PhysX. Caso contrário, ligar tais efeitos vai cortar o framerate em 50%. Ainda é jogável a 30 frames, mas certas pessoas são mais sensíveis e talvez prefiram a velocidade ao invés dos gráficos.

Na parte de problemas técnicos, aviso aos usuários de Windows XP: Batman adora sair pro desktop sozinho durante o jogo, principalmente ao carregar novas salas, e quase sempre quando você falha a missão ou morre (o que é uma pena, pois a tela de Game Over desse jogo é maravilhosa, com o vilão que acabou de te derrotar provocando o jogador). No Windows 7, por outro lado, o jogo saiu para o desktop somente uma vez.

SOM

O som é outro ponto forte de Batman: Arkham Asylum. Todos os efeitos sonoros são bem feitos, desde a capa de Batman até o lançamento de batarangues e explosões. A música é apropriadamente épica, e remete à trilha sonora do filme The Dark Knight, o que é bom. Mas o destaque realmente vai para a atuação de voz. Os atores de Batman, Coringa e Arlequina são os mesmos do desenho animado, e o trabalho deles é fantástico, principalmente Mark Hamill como Coringa (caramba, tem certeza que esse cara é o Luke Skywalker?). As frases mais memoráveis de videogames em 2009 todas vem do Coringa. Para aqueles que acharam que o Coringa de Heath Ledger em The Dark Knight era muito sério, a alternativa está aqui. Mark Hamill faz um Coringa engraçado que não deixa de ser ameaçador. Todos os outros personagens tem atuação ótima, com a mais fraca provavelmente sendo a Hera Venenosa, que mais geme do que fala. Mas todos os personagens tem atuação ótima e trazem o jogo à vida.

JOGABILIDADE

A jogabilidade de Arkham Asylum se divide em três formas distintas, e todas tem tudo a ver com Batman: combate corpo-a-corpo, sequências de stealth, e investigação/exploração.

Comecemos pelo combate. O sistema de combate (chamado de Freeflow Combat) é praticamente a definição de um sistema fácil de aprender, mas difícil de dominar. Basicamente, Batman pode socar um oponente em qualquer direção que o jogador apontar. Aponte com o direcional para um inimigo atrás de Batman, e com um clique, Batman irá até tal inimigo e o socará, não importa o quão longe ele esteja (vindo daí o “Freeflow”). Batman tem uma espécie de “sentido de aranha” (ou seria de morcego?) que mostra um símbolo acima da cabeça de um inimigo quando ele está prestes a acertar Batman, o que permite que com um clique, Batman defenda-se e contra-ataque. Com um botão, Batman também pode usar sua capa para atordoar um inimigo, e pode pular por cima de inimigos com dois toques da barra de espaço. Esses quatro simples movimentos são a base do combate, e você pode derrotar qualquer inimigo assim.

 

É, doeu até em mim

A cada soco que Batman acerta sem ser interrompido e sem tomar dano, um contador de combo aumenta, e é ótimo fazer o número de combo aumentar cada vez mais (já consegui 42 socos, mas não é tão fácil quanto parece). Com a derrota dos inimigos, você ganha experiência, que pode ser trocada por novas habilidades, como a habilidade de derrubar um inimigo instantaneamente quebrando suas pernas, ou agarrar um inimigo e jogá-lo na direção dos demais. O combate tende a ser fácil, e uma pessoa pode completar o jogo usando apenas o botão de ataque e ocasionalmente o botão de contra-ataque, mas para conseguir as melhores pontuações nos desafios (mais sobre isso nos próximos parágrafos) é necessário reflexos rápidos e domínio sobre os controles de combate, o que não é nem um pouco fácil.

Em certos momentos, o jogo também joga Batman em uma sala cheia de bandidos armados. Estas são as partes “Invisible Predator”. Você deve usar dos brinquedos de Batman (Porra Bátima, de onde você tirou essa Ultra Batgarra?) para incapacitar todos os inimigos sem que eles te vejam. A inteligência artificial dos inimigos faz essas seções serem muito boas, pois eles reagem diferentemente conforme Batman vai pegando um por um dos inimigos. Por exemplo, uma sala tem 5 caras armados. Você consegue incapacitar um deles. Os outros serão alertados por Coringa, e começarão a andar em pares para não serem surpreendidos. Assim que você pegar mais uns dois inimigos, os restantes irão começar a ficar apavorados e atirarem em qualquer coisa que faça barulho. O maior defeito das seções “Invisible Predator” é que quando Batman alerta os inimigos, eles abrem fogo, mas é fácil escapar deles pulando de gárgula em gárgula nas salinhas, o que não faz muito sentido. Porém, são ótimas seções que são integradas às partes de ação de maneira sutil (o que remete à Chronicles of Riddick, que também misturava ação e stealth).

 

Mortal e silencioso

E temos a parte da exploração e investigação. Em certas partes do jogo, você precisará encontrar alguma pessoa ou vilão. Usando um modo de visão de investigação (Detective Mode) você poderá encontrar pistas que levam ao encontro do personagem que precisa. Tais pistas podem ser qualquer coisa, desde frascos de whisky até impressões digitais. Você também pode utilizar o modo detetive para enxergar inimigos através das paredes ou encontrar muros destrutíveis ou linhas de força para desativar campos de força. De fato, é tentador passar o tempo todo em modo detetive, já que não há nenhuma restrição. E isso tende a tornar o jogo relativamente fácil.

Quanto à exploração, a ilha de Arkham é bem grande, e o Charada aproveitou disso para esconder 250 objetos e charadas por todo canto. Também não é muito difícil encontrar todos eles, pois cada área do jogo possui um mapa deixado pelo próprio Charada para que o jogador saiba a localização aproximada de cada um dos objetos/charadas, mas ainda assim é legal ver as charadas referentes a personagens dos quadrinhos do Batman (a charada envolvendo o Sr. Gelo é ótima).

 

Porra Bátima, de onde você tira esses brinquedinhos?

E também temos as seções especiais do jogo, onde Batman deve lidar com algum dos vilões. Killer Croc tem uma parte especial pra ele, e o Espantalho tem três seções que são facilmente as partes mais impressionantes do jogo, tanto graficamente quanto em termos de história, com imagens como Bruce Wayne criança ajoelhado diante dos corpos de seus pais mortos enquanto uma sombra em forma de morcego é desenhada em volta dele. E o que é pior… sem dar maiores spoilers, mas o Espantalho (e os desenvolvedores do jogo) sabem qual é o maior medo de um entusiasta de computadores.

Depois de terminada a história principal, você tem uma série de desafios para completar. Eles se dividem entre desafios de combate, no qual quando maior o seu combo, maior uma pontuação, e você deve conseguir um certo número de pontos para completar o desafio, e desafios de stealth, nos quais você deve derrubar inimigos de maneiras específicas, como usar a bat-garra para derrubar um inimigo de uma sacada, ou derrubar três inimigos ao mesmo tempo com gel explosivo. Tanto os desafios de combate como os desafios de stealth são mais difíceis que o jogo normal e divertidos ao mesmo tempo.

A única reclamação que posso pensar sobre Arkham Asylum é que o jogo é relativamente fácil e que os confrontos de chefe são decepcionantes, para dizer o mínimo. O único vilão mais interessante nesse quesito é a Hera Venenosa, e enfrentar ela é mais mole que pisar num pudim. A luta final contra o Coringa também é muito decepcionante e meio fora de personagem quanto ao Coringa. Ainda assim, é uma reclamação pequena que não atinge o todo. Com todas as três principais formas de jogo, você poderá finalmente se sentir como um super-herói, seja quebrando multidões de bandidos na porrada, sendo o ninja silencioso, ou sendo o detetive.

FATOR REPLAY

Vou admitir. Depois que você zera Batman: Arkham Asylum uma vez, não há muito para o que voltar. Mas eu pessoalmente tive vontade de voltar a ser Batman. O combate é viciante, quanto mais gente Batman enche de porrada, mais legal fica. As seções de stealth são legais para testar novas formas de se pegar bandidos, e pendurar um cara de ponta cabeça num gárgula nunca fica cansativo. Mas isso é porquê eu gostei muito do jogo. Ele não te oferece lá muito motivo para jogar novamente, a não ser a dificuldade Hard que remove os indicadores de inimigos que vão te atacar.

PRÓS E CONTRAS

+ História simples e eficiente que serve perfeitamente para um jogo do Batman

+ Violento sem ser apelativo

+ Os melhores gráficos que a Unreal Engine 3 consegue mostrar

+ Efeitos de PhysX colocam a imersão no ambiente em nível altíssimo

- Tais efeitos de PhysX também matam o framerate

+ Sons de acordo com o universo de Batman

+ Atuação de voz incrível em todos os personagens

+ LUKE SKYWALKER = CORINGA!

+ Combate fácil de aprender e difícil de dominar

+ Inteligência artificial bem feita para as sequências de stealth

- Modo detetive faz Batman ser praticamente o Super-Homem

+ As sequências especiais de vilões são ótimas, principalmente as do Espantalho

- Luta final terrivelmente decepcionante e fora de personagem

+ Ótimos desafios para depois do final do jogo

- Fator replay nula para quem procura mais conteúdo depois do final do jogo

CONCLUSÃO

Arkham Asylum faz com que o jogador se sinta na pele de Batman. Você se sente um super- herói capaz de quebrar multidões de bandidos no soco, capaz de se esconder feito uma sombra na noite, capaz de planar por sobre a ilha de Arkham, capaz de ser um detetive. Capaz de ser Batman. Isso faz de Arkham Asylum facilmente o melhor jogo de super-herói de todos os tempos, e o melhor jogo baseado em licença da história. Espero que os próximos jogos de licença aprendam suas lições.

 

Nota: 9,5

13 Comentaram...

Francisco Fagundes disse...

Na moral. Muitas vezes aqui no NSN me sinto voltando no tempo. Como uma análise de jogo chega quase 1 ano depois que ele foi lançado? Galera do NSN, vamos dar um gás aí né? Se tivesse comentando sobre Heavy Rain, GOW3 ou FF XIII ainda passaria né? Mas um jogo do ano passado? Nossa.

Roberttojr disse...

Tive a oportunidade de jogar e gostei muito também. O gráfico apesar de bom tem os seus defeitos como demonstrado no post mas "no todo" o jogo é mto bom.

No tocante ao comentário do nosso amigo Francisco gostaria de tecer um comentário.

Creio que o post sobre jogos são referentes aos games jogados bem como os livros e filmes assistidos ou lidos, ou seja, não é porque eu li um livro que foi lançada há dois anos que não poderei falar sobre ele em virtude do decurso do tempo.

O Autor do Post com certeza só teve a oportunidade de jogar o game a pouco tempo, tão logo tenha terminado de jogar escreveu sobre o mesmo dando a oportunidade de jogadores que ainda não tiveram essa oportunidade de se interessarem a jogá-lo.

Portanto, toda crítica é válida, mas neste caso de certo que foi infundada e desnecessária.

Stephan Martins disse...

Te recomendo ir no Hard. Quando comecei o jogo, nem pensei. Não tem os avisos irreais do Contra-Ataque (o cara chega a ficar paranóico, e até treinar bastante acaba perdendo combos de tanto Counter que aperta no momento errado), os Invisible Predator se tu é detectado não tem nem chance direito de chegar nas gárgulas, e os chefes ficam mais fodas ainda!

Jogo perfeito.

José Renato disse...

"Se tivesse comentando sobre Heavy Rain, GOW3 ou FF XIII ainda passaria né? Mas um jogo do ano passado? Nossa."

O ano passado nem é tão distante assim. Imagine quando eu começar a fazer de clássicos velhos, como já conversei com o Filipêra a respeito? O rapaz aí vai ter um treco.

E quanto aos jogos mencionados, você só mencionou jogo de PS3, talvez porquê tenha um. Infelizmente eu não tenho, eu jogo exclusivamente no PC, e portanto só falarei de exclusivos de PC ou games lançados em várias plataformas, incluindo PC.

Francisco Fagundes disse...

Só critiquei porque o comentário sobre o jogo parecia algo "novo". Tudo bem que o objetivo do blog não são os jogos, mas senti um grande atraso, por isso que reclamei. Se vc comentasse sobre um jogo realmente antigo, como um de Atari ou Odissey, eu entenderia e deixaria passar. É como se hj vc comentasse sobre a morte de Michael Jackson, caso não tivesse nada novo envolvido. Jogo videogame desde antes de vc nascer, por isso não teria um treco se você escrevesse sobre os clássicos. Comentei sobre os jogos mais recentes e não porque eu possuo um PS3. Digo que nem li o post porque eu já zerei o jogo desde o ano passado, pouco tempo depois do lançamento.

José Renato disse...

Se você não leu o post, como sabe se eu disse que parecia algo novo?

Se precisa se vangloriar de que "joga videogame desde antes de eu nascer", então que faça um post inteligente primeiro.

Francisco Fagundes disse...

Decidi ler seu post baseado em outras publicações, cheio de clichês. Só um comentário. O Batman AA foi um dos melhores jogos do ano passado,mas não é o que melhor usa a Unreal Engine 3. Joga Gears of War 2 e comece a chorar. Eita, esqueci de dizer que também tenho um Xbox 360...E um Wii tb.

Carol disse...

Nossa que briga.
Essa história de "jogo velho" "jogo novo" me fez pensar em como a industria de jogos ficou passageira. Agora um ano eh suficiente pra dizer que o jogo é velho demais. Sabe.. engraçado era na época q demorava um ano pra um console chegar ao outro lado do planeta!
Jogos bons não tem idade. Vc vai lembrar sempre deles como se estivesse jogando no momento. Não importa se faz um, dois, ou dez anos a ultima vez que vc o zerou. E é sempre bom ver novas críticas, e perceber novos detalhes que antes vc não tinha percebido.

Murilo Andrade disse...

@José Renato
TOda crítica é válida, independente de quanto tempo tem a obra. Ano passado resenhei um desenho que não tinha nem um ano e houve quem reclamou que ele era muito velho.

KuchikiSaLL disse...

Ai ai, "Eu tenho console tal"...Eita criançada...É um review, e o NSN nunca foi atualizado no mundo dos games, aceitem isso como um extra pow.

Belo Review, eu estou jogando ele novamente, os gráficos são excelentes, e o game não é pesado, pelo menos em minha configuração que é média (Aqui deixo tudo no máximo, 1920x1200/1080p e com AA4x) me espantei, pois a demo havia ficado injogável nesta mesma configuração e quase não peguei o game por conta da Demo.

E nossa, o Chronicles of Riddick: Escape From Butcher Bay é incrível, mas ao contrário de você acho o filme igualmente bom, o Assault on Dark Athena também é incrível, quando puder dê uma jogada.
X-Men Origins: Wolverine achei muito fraco, gráficos bem ruins, jogo extremamente curto e fácil, eu preferia ver o filme a jogar o game novamente.

José Renato disse...

"Belo Review, eu estou jogando ele novamente, os gráficos são excelentes, e o game não é pesado, pelo menos em minha configuração que é média (Aqui deixo tudo no máximo, 1920x1200/1080p e com AA4x) me espantei, pois a demo havia ficado injogável nesta mesma configuração e quase não peguei o game por conta da Demo."

Até com os efeitos de PhysX no máximo? Caramba... tu deve ter um monstro de um computador.

Quanto aos comentários, jogo bom não tem idade mesmo. Meu blog tem resenhas de Crysis, Bioshock, Dead Space, todos lançados a mais de 2 anos. Não faz muito tempo que escrevo de games na Internet, e resolvi começar pelos games que eu mais gostava, e pronto. O pessoal do NSN não se importa com a idade dos jogos, e nem devo eu me importar.

Quanto ao X-Men Origins, questão de opinião né... comparando o X-Men Origins às milhares de outras porcarias baseadas em filme, eu achei muito mais divertido, não que seja um jogão nota 10.

KuchikiSaLL disse...

PhysX não! Haha! Quando disse "máximo" Eu quis dizer os efeitos que nós, mortais podemos usar rsrs Eita coisinha pesada sô, mas é muito bonito!

X-Men Origins: Wolverine pra não falar que o jogo é de todo ruim, eu divertido até, mas eu não vi nenhum desafio,e até que gostei da história, depois vou dar uma olhada no seu blog...

BruNêra disse...

Exlente resenha, acabei de zerar BAA e não discordei em nenhum ponto, na verdade agora estou até pensando em re-instalar ele só pra jogar os desafios extras que eu passei batido.

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