quinta-feira, 3 de junho de 2010

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A Imprensa e os Crimes de Israel

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Sabra e Chatila, que surpreendentemente recebeu uma matéria excelente da Veja

Bem, não sou do Observatório de Imprensa e nem está nos meus planos jornalísticos um dia ser, mas não tenho como deixar de comentar a forma extremamente falaciosa com que a imprensa brasileira está noticiando o caso do ataque israelense, geralmente se limitando a reproduzir notícias entregues por agências internacionais como a Reuters e Associated Press. O aparente alinhamento de grandes veículos de comunicação com o estado israelense é feito de uma forma tão carregada de parcialidade que chega a ser constrangedor. Das duas, uma: ou esses grandes veículos estão realmente desinformados, ou querem desinformar propositalmente.

Em primeiro lugar, deve-se notar o uso incorreto de certas palavras nas notícias. Os ativistas não foram detidos, como disseram o G1 e O Globo - Eu usei o termo presos, mas ele ainda não está 100% correto - já que estavam em águas internacionais, e a marinha israelense não tem qualquer jurisdição lá. Então, os ativistas foram sequestrados, seria a palavra mais correta. Pelo simples fato do serviço sujo ter sido feito por uma força militar legal e constituída (apoiada pelos EUA) parece que existe uma certa amenização no tocante a verdade.

Outra: os objetos dos ativistas foram roubados, já que não existia autorização legal para os israelenses a levarem. Os navios não estavam em águas israelenses, e como Israel tomou a dianteira, se tornou o criminoso da história. Também não existiu deportação. Deportar é quando alguém entra no seu país ilegalmente, e você o expulsa. Os ativistas foram postos em liberdade.

Estão sendo usados outros termos sutis para passar uma mensagem diferente da original. ESSA reportagem do G1 tem o título Israel expulsa militantes pró-palestinos. Pode parecer normal, se não fosse um detalhe: militantes palestinos é como a imprensa brasileira chama os integrantes de grupos “terroristas”, e não de ativistas humanitários. Não acredite em mim, faça uma busca no G1 e comprove (ou clique AQUI, para facilitar sua vida), como bem mostra a reportagem de 25/05 intitulada Israel bombardeia Gaza após ataques de foguetes de militantes palestinos.

Não é uma simples questão de incluir os sempre proibidos (pelos defensores da inexistente imparcialidade jornalística) adjetivos, como sempre faço, mas sim de usar termos incorretos para dar um panorama diferente do verdadeiro. Eu mesmo sou a favor do alinhamento de veículos jornalísticos com idéias, sejam elas políticas ou libertárias, desde que se faça isso de forma clara, séria e nunca deixando de se ater aos fatos.

 

Também estão repercutindo por aí, vídeos de ativistas espancando soldados israelenses nos barcos da Frota da Liberdade, o que deu argumento para que certos jornais usassem o termo autodefesa, para designar a ação. O Globo foi ainda mais longe, e publicou uma matéria intitulada Soldados Israelenses são atacados por supostos ativistas, a qual nem irei comentar. Creio estar certo ao dizer que autodefesa é um ato para remediar um ataque que está sendo efetuado. Agora me pergunto: que ataque é esse em que os ativistas fizeram aos militares israelenses, sendo que o foi o navio deles que estava sendo invadido em águas internacionais? O ataque e o posterior massacre dos israelenses foi um ato criminoso, e desta maneira, a defesa por parte dos ativistas com o que tinham em mãos foi legítima. Se um ladrão tenta roubar seu carro, e você o espanca, o ladrão está correto? Fora que esses mesmos veículos não se fixaram em perguntar o que rolou antes dos espancamentos, já que os vídeos foram oficiais de Israel, e tiveram seus inícios cortados.

Mas, logicamente que houve violência. Os ativistas realmente deram uma boa surra nos soldados, mas os números não mentem: um soldado de Israel ferido, e 10 ativistas assassinados + 30 feridos. Então, até que se prove o contrário, Israel é que estava errado por agir para matar.

 

Parte da imprensa internacional, assumiu um tom um pouco diferente. O jornal Financial Times condenou o ataque e o cerco, a revista The Economist fez o mesmo, a revista The New Republic, o Asia Times Online, e vários outros veículos que não li, fizeram exatamente isso. De uma forma ou de outra, o jornalismo foi usado para expor a verdade: houve crimes por parte de Israel, não foi autodefesa, e grande parte da imprensa brasileira parece que não entendeu.

Agora imaginem comigo: se fosse a Guarda Revolucionária do Irã - o novo vilão do mundo, após a rendição do Iraque - que atacasse o barco, como seria o tom usado pelos jornais brasileiros? No mínimo, iam pedir a cabeça dos envolvidos!

 

[Via Observatório de Imprensa e A Nova Ordem Mundial]

26 Comentaram...

Raphael Tsavkko Garcia disse...

Obviamente houve resposta no navio. Eram facas, bastões e perigosas bolas de gude contra Uzis, Fuzis e Metralhadoras... Os Israelenses são mesmo piadistas.

tsavkko.blogspot.com

Marcello disse...

Os judeus tem uma agenda política e interna de extermínio dos palestinos, é só qualquer um ler os ataques à hospitais infantis e à civis desarmados para se ter idéia.
Os ativistas eram em sua maioria pessoas que acreditam em liberdade e direitos iguais para todos, o que em Israel isso não significa nada.
Os ativistas presos foram privados de comida, água e permissão para ir ao banheiro por 2 dias inteiros...
Até quando a comunidade internacional irá ficar submissa aos EUA e Israel ?
Até quando os árabes ficarão se matando por migalhas quando podem se unir em torno de um inimigo comum ?
Esqueçam o Holocausto, tudo isso é passado e não ensinou nada aos israelenses, hoje eles fazem algo parecido com os alemães com a permissão covarde dos países europeus.
Depois reclamam que o Hamas explode restaurantes e danceterias...
LIBERTAÇÃO PARA A PALESTINA JÁ !!!!

Aline Cavalcante disse...

Acho engraçado o que uma boa rede de associações mundo afora pode fazer pelo futuro das pessoas - mesmo aquelas que têm uma boa causa e que se arriscam contra um bando de doidos com memória de curta duração.
Como é que pode rolar toda essa OPERAÇÃO ABAFA na real situação da faixa de Gaza? Maior vergonha alheia dos veículos de comunicação aqui no Brasil. Senso crítico, CADÊ?

Vinicius Cabral disse...

Rapaz... tá tudo com rabo preso, isso sim!

Nem E.U.A., nem qualquer outro Estado alinhado com os E.U.A. podem falar mal da ação israelense. E aí você pode colocar "órgãos de informação que estão alinhados com os interesses conservadores dos E.U.A." (no caso, boa parte da imprensa brasileira...

Agora... por que não podem falar mal? MISTÉÉÉÉRIO... =P

Francesco Mgz disse...

Alguém viu o vídeo Israelense que fizeram sobre o Lula e o Brasil ?

http://www.youtube.com/watch?v=gw78mc8zcnI&feature=popular

Francesco Mgz disse...

O vídeo do qual falei se chama:

Lula paga mico em Israel - legendado em pt-br

É sobre a questão do Irâ e o Urânio, sem entrar no mérito das decisões do Lula qto a questão, gostaria de frisar o modo de como somos retratados no programa Israelense neste vid...

. disse...

É q sempro penso qdo entro aki: Se é pra opinar, deixa q o "Voz do Além" faça.

Velho da Montanha disse...

OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO, LEIA E REFLITA !!


1. O controle do dinheiro

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim (não judeus). [...]
[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]
[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.
As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]

Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.

2. O controle da imprensa

[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:
Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...]
Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência. [...]
[...] Nenhuma notícia será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.
Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]
[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]
[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria opinião nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]

Observação sobre a situação atual:

Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).

Velho da Montanha disse...

3. A extensão do poder

[...] Seremos para o público, o amigo de todos.
[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...]




páginas 61/62/63
4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]
[...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos

[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]
[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]
[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...]

6. A aspiração ao luxo

[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]
[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento

[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político. [...]
[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]
[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]
[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]
[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]
[...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]
[...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]
[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cupidez, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]
[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]
[...] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]

Velho da Montanha disse...

9. O papel da guerra

[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]


páginas 63/64/65/66
[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...]

10. O controle por meio da educação

[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]
[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]
[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]
[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

Mandos Fëantur disse...

Nossa, Protocolo dos Sábios de Sião foi uma viagem f... na maionese. Todo mundo aqui sabe de o GOVERNO do Estado de Israel só mete os pés pelas mãos na questão da Palestina. Parece que depois que o Ytzhak Rabin foi assassinado, Israel não acertou uma bola dentro. Mas ficar citando ficção anti-semita do século XIX pra dizer que judeus são maus é coisa de quem teve o cérebro corroído por Mein Kampf e outras imbecilidades do tipo. A religião judaica é uma coisa, o estado de Israel é outra, e as "agadas" do governo de Israel. Idem para o Islamismo, a Palestina, e os grupos fundamentalistas com seus homens-bomba.

Mandos Fëantur disse...

Nossa, Protocolo dos Sábios de Sião foi uma viagem f... na maionese. Todo mundo aqui sabe de o GOVERNO do Estado de Israel só mete os pés pelas mãos na questão da Palestina. Parece que depois que o Ytzhak Rabin foi assassinado, Israel não acertou uma bola dentro. Mas ficar citando ficção anti-semita do século XIX pra dizer que judeus são maus é coisa de quem teve o cérebro corroído por Mein Kampf e outras imbecilidades do tipo. A religião judaica é uma coisa, o estado de Israel é outra, e as "agadas" do governo de Israel uma terceira. Idem para o Islamismo, a Palestina, e os grupos fundamentalistas com seus homens-bomba.

Velho da Montanha disse...

"[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]"

tracekill_xbl disse...

Eu francamente odeio a política de Israel... mas vendo um comentário lá encima, fiquei perplexo. Povo, não veja Judeu como sinônimo de Israel. Eu mesmo conheço vários judeus que são contrario a política sionista e também odeiam o perfil de Israel, mas tal confusão é realmente comum, até porque qual quer ofensa lançada a este pais é repercutida na mídia como anti semitismo =/.

David disse...

Como disseram aí acima, propaganda anti-semitica do sec 19 não leva a nada...
E desse texto dos sabios de sião o que me deixa mais puto quando fala desse papo de "vamos lhes retirar a religião e seu pricincipios morais vão pra cucuia" é balela. Chegará um dia em que, tal qual a alquimia evoluiu para a quimica e a astrologia para astronomia, uma ciencia moral e etica brotara das religiões, pura e sem obscurantismos.
E a conduta de Israel é repugnante! E não precisa ser um judeu para se sentir envergonhado de seu semelhante diante de tais atitudes. Basta ser humano.

Ogro disse...

Muito bonito, pessoal, muito legal mesmo, os israelenses são realmente muito maus por impedir os pobres ativistas palestinos de levar comida ao seu território sufocado...

Balela... pura balela... queria saber se voces estivessem recebendo misseis nas vossas cabeças enviados do alto de prédios e feito com material contrabandeado por mar se voces não imporiam um bloqueio maritimo e nao deixariam passar nem um pedaço de de bife a parmegiana no território inimigo.

Entendam antes de mais nada : não é possivel negociar com o hamas!!

eu disse...

Concordo e assino em baixo com ogro, pergunta se lamento a morte das 10 pessoas, claro melhor seria se não houvesse fatalidades, mas eu não entraria em cuba com um navio com a bandeira americana dizendo que é ajuda humanitária e qdo os soldados do raul entrassem daria ferradas neles, ta louco com certeza eles reagiriam, qualquer um aqui se imaginou sendo um soldado israelense entrando naquele navio? qual a reação teriam tomados?E AINDA APARECE UM CITANDO PSS , QUE FOI UTILIZADO NA MAIOR CRIME CONTRA A HUMANIDADE, O HOLOCAUSTO,e além do mais pq acham q israel implicam com os palestinos? acham que eles se importam com aquele pedacinho de terra? claro que não!!!israel não quer é que as coisas sejam como na decada de 90 , "tenham memória" ,de um louco fundamentalista entra em um ônibus escolar e explodir 50 crianças de 18 a 12 anos, e nem me venham dizer q israel matam crianças palestinas etc e tal, com um doentio olho por olho, muito diferente é está perseguindo ou em confronto aberto contra loucos e civis inocentes serem apanhados no fogo cruzado,isso quando o louco não entra em uma creche para que o numero de "mártires de alá" afinal as criancinhas vão morrer e vão pro céu, e ele ainda ganha de bandeja 60 virgens.

eu disse...

Quer saber o que é engraçado, é que podemos falar mal de DEus, jesus,Moisés e dificilmente alguém vai na sua casa tentar te matar,mas desenhar maomé não pode??? está invencione-se de diferença culturais não é desculpa pra barbárie, raciocinem que é sempre alguém tentando tirar sua individualidade, sempre impondo seus valores, a mulher iraniana não pode se vestir como quiser pois pode ser chicoteada pelo marido, o homem não pode se revelar gay pois pode morrer apedrejado, o mulá não pode ser contrariado, os lideres não podem ser postos a prova, sempre prezando pelo seus statuos , sou individualista, e creio que a liberdade é o bem mais precioso, porque não pode a mulher iraniana sair de mine saias?, porque ninguém luta pelos direitos dos homossexuais muçulmanos, ?se o filho não quiser ser muçulmano pq não seria permitido?

Rodrigo J disse...

Pelo jeito o "Ogro" e o "eu" são tão idiotas que eu não duvido que seja a mesma pessoa em duas contas diferentes.
Israel vem pregando esse terrorismo disfarçado há tempos, tudo como desculpa para massacrar os seus vizinhos.
Mas e o mundo? Fica vendo claro, e não faz nada. O medo de parecer anti semitismo faz qualquer um dar tapinhas na costa de Israel, enquanto esse país sem escrúpulo nenhum faz com outros povos o mesmo holocausto que uma década seu povo já sofreu. Fome, mortes e roubos.. é parece que os judeus ultra-conservadores que administram esse país de merda aprenderam bem com a própria história e agora querem passar adiante.
Isso sem falar nas matérias da Globo que fala que o pessoal da ajuda internacional estava munido de estilingue. Meu estilingue.. corram para as colinas.. :\

Rodrigo 144 disse...

A HISTÓRIA DOS BARCOS DE GAZA SEGUNDO UMA BRASILEIRA NO EXÉRCITO DE ISRAEL

Leiam em:
http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=05930

FiliPêra disse...

@Rodrigo 144...

Como você espera que Eu acredite na veracidade de um texto de uma mulher que diz que leu os informes de inteligência do exército de Israel e afirma repetidas vezes que o barco é da ONU (coisa que todos sabemos que não é)?

E depois ainda manda essa mensagem: "TEM MAIS GENTE PASSANDO FOME QUE GAZA." demonstrando um total descaso com a vida humana.

Ela ainda fala asneiras: "O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe." Já leu o Alcorão para comprovar que isso é uma mentira? E o Torá, já leu, pra confirmar quem é o povo que prega o extermínio dos "gentios" (não-judeus)?

Fora o texto ser pobre de detalhes para realmente parecer com o de alguém que participou da ação, o que põe em xeque a veracidade dele para a minha pessoa; e ainda terminar como uma corrente de email: "Por favor, encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos."

Rodrigo 144 disse...

Meu amigo FiliPêra, o site que lhe passei e onde li a carta é do pastor Caio Fábio, ele não iria colocar lá algo que não fosse verdadeiro. Pesquisei no orkut e achei o perfil da autora da carta... Converse com ela você mesmo e veja se é verdade ou não... Eis o link:

http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile?rl=pcb&uid=1049248057679921956

Peço apenas que dê uma chance para ver a realidade com um olhar diferente... Dê pelo menos o benefício da dúvida.

Agora que o islamismo prega algumas ideias que não concordo é verdade sim. Para eles Deus, não é o EU SOU, o Verbo Ser personificado... E tanto eles quantos os judeus não chamam Deus de pai. Eu sou apenas um seguidor do Caminho... E tenho Deus como meu "aba Pai"... Peço que se for possível visite meu blog:

http://seguidoresdocaminhoeterno.blogspot.com/

Se não tiver muito tempo... Leia pelo menos dois textos para entender minha visão sobre quem é Deus:

http://seguidoresdocaminhoeterno.blogspot.com/2010/06/eu-sou.html

http://seguidoresdocaminhoeterno.blogspot.com/2010/03/e.html

Eu tenho o alcorão e já li algumas partes... Mas muito do que eu conheço do Islã vem do livro "Atrevi a lhe chamar de pai.", se puder leia... É o testemunho de uma seguidora do Islamismo que encontrou O Caminho...

Rodrigo 144 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
FiliPêra disse...

@Rodrigo144...

Supomos que a carta seja verdadeira então, não vou mais contestar a veracidade dela. Eu li diversos olhares diferentes, inclusive de gente que não merece nenhum respeito, como a opinião de Olavo de Carvalho, no site Mídia Sem Máscara, que acha que o mundo se resume a uma batalha idiota entre esquerdistas e os possuidores da verdade divina. O problema é um só: todos eles trabalharam com hipóteses e não com fatos. Nem os relatos da Ana Luiza foram comprovados ainda, como essa abordagem preliminar dos israelenses ao barco, ou tiros disparados por parte dos ativistas. Fora que há inconsistências na carta, como apontei. Entende onde quero chegar? Vou usar o mesmo discurso dela: se Israel não cometeu crime, por que não permitiu que a investigação fosse internacional?

Mas, como disse, vamos partir do princípio que tudo que está na carta é verdadeiro. Como você espera que apóie o relato de uma pessoa que está tentando justificar assassinatos? Foram 9 do lado dos ativistas, supostamente porque os soldados israelenses foram atacados primeiro, o que também não foi provado ainda. E o crime que originou tudo foi cometido por Israel. Foram eles que invadiram um barco sem NENHUMA arma a bordo (arma branca não é arma, dentro desse contexto), em águas internacionais, onde eles não tem qualquer jurisdição. O crime, de pirataria (pirataria, ou declaração de guerra, escolha) foi cometido por Israel, que não tinha qualquer direito de invadir o barco, mesmo que tivesse toda a certeza que eles tentariam furar o bloqueio imposto a Gaza. Se quisessem fazer uma ação limpa, que esperassem eles entrarem em águas israelenses. Ou, por que não fizeram como já fizeram com outros barcos, e destruíram o motor da embarcação com mergulhadores, deixando ela a deriva? Não, eles invadiram o barco e assassinaram pessoas desarmadas, inclusive com tiros à queima-roupa, na cabeça, como a autópsia confirmou. Como um Estado assim pode se declarar amante da paz? Não pode, porque pratica terrorismo de estado. Se alguém, uma hora, classificar o Hamas e o Fatah como grupos terroristas, devem incluir as Forças de Defesa de Israel como um grupo terrorista também, pois eles cometem em escalas estratosfericamente maiores os crimes que dizem combater (a própria existência do Estado de Israel como ele está estabelecido, é um crime internacional,segundo resolução da ONU).

Fora que é difícil acreditar nos relatos de uma integrante de um dos exércitos que mais matam civis no mundo. Como confiar no relato supostamente pacífico de uma integrante de um exército que matou 257 crianças (feriu 1080) em 14 dias, no ano passado? Ou, como confiar que um país que elege um criminoso de guerra primeiro-ministro (Ariel Sharon, responsável pelo
massacre de Sabra Chatila, que assassinou cerca de 3.500 refugiados palestinos) entrou pacificamente num navio? (continua...)

FiliPêra disse...

Você defenderia um exército assim? Acreditaria que ele é pacífico e entrou no barco para inspecionar? Seria muita ingenuidade da sua parte. E se você estivesse em Gaza, ou possuísse parentes por lá, ia pensar assim? Não consigo dar benefício da dúvida com quem segrega pessoas em sua própria terra e impede que comida (COMIDA, amigo, não armas) chegue até elas. Não, criminosos não merecem o benefício da dúvida. Por que eles simplesmente não entregam a terra que pertence aos palestinos? Certamente são eles os únicos que podem resolver esse conflito, e preferem continuar a fazer "assassinatos seletivos", como eles mesmos classificam. E quando são criticados ainda tem audácia de clamarem pela lembrança do Holocausto. Certamente que deveriam ter aprendido alguma coisa sobre como é ser segregado e exterminado, e agora estão fazendo a mesma coisa com gente inocente. Fora que o governo do país ainda é duas caras. Auxiliou no estabelecimento do Hamas em 1987, para, em 2004, assassinar seu líder, Ahmed Yassin.



Agora a questão religiosa... Eu fui evangélico por 15 anos, fiz curso de teologia para iniciantes e sei do que estou falando. Me responda como achar o Judaísmo pacifista depois de ler sobre os MASSACRES empreendidos pelos judeus durante seus 40 anos no deserto. E sob ordem de Deus. Ordens que diziam para matar inclusive mulheres, animais e CRIANÇAS. Cadê o amor dele aí, que é maior do que o de uma mãe? Quando não mandava os judeus fazerem o serviço sujo, fazia ele mesmo, como na chacina que vitimou 42 crianças que fizeram piadas com Eliseu. São coisas que só posso classificar de nojentas, contidas num livro que supostamente deveria pregar a paz e a libertação. Jamais me submeterei a um deus assim, assassino, vingativo e que ordena massacres. Preferia me aliar ao Diabo, que nem no livro de deus tem seus crimes alistados.

O Diabo oficialmente matou 10 pessoas na Bíblia (os filhos de Jó), mas foi com a permissão e consetimento de Deus, que estava fazendo Jó sofrer para ver se ele tinha confiança de verdade; dando a entender que ele tem o mundo como a fazenda de formigas particular dele. E Deus, quantos matou ou ordenou matar? Bom, Deus matou algo em torno de 2.270.365 (isso porque não sabemos quantos morreram no dilúvio ou em Sodoma e Gomorra, por exemplo. Fora que apenas homens adultos
são contabilizados). (continua...)

FiliPêra disse...

Você espera que Eu submeta a minha vontade ao deus judaico-cristão? Não, e se ele existir e realmente pretende voltar a essa terra, espero que me queime no inferno, pois não quero conviver com um ser assim. Muito menos conviver com gente que acha que, porque ajoelha todos os dias ou dá 10% do que ganha pra encher os bolsos de pastores, são melhores do que Eu.

Certamente que os livros judaicos devem ser um dos responsáveis por esse espírito assassino que paira sobre os governantes judeus. É certo que não são todos os judeus que pensam assim, mas com certeza seus governantes pensam, ao menos a maioria dos já eleitos.



Depois leia o Alcorão e procure coisas parecidas, você não achará. Estude a história do Islã. Entenda coisas como o fato de que eles foram os mais desenvolvidos de sua época, e adquiriram esse suposto ódio aos cristãos graças as Cruzadas católicas.


Me responda como você espera que Eu apóie o relato de uma pessoa que diz uma asneira desse naipe: "Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza." Uma expressa mentira. Ou essa outra asneira: "Eu não acho que todos os árabes são terroristas. MAS SEI QUE QUEM OS CONTROLA HOJE É." Quem controla os árabes? Me dê os nomes dos controladores dos árabes. Os árabes não são um povo único como os judeus. Avisa a médica pacifista que os iranianos que ela chama de terroristas não são árabes, são persas. Árabes são os moradores da Arábia Saudita, fantoches dos EUA, que também mandam em Israel. Ou os de ascendência (cultural ou genealógica) árabe, e que fala a língua árabe. Avisa a ela que os paquistaneses, afegãos, líbios, argelinos, índianos, os tunisianos, os somalis, os sudaneses, e vários outros que professam a fé muçulmana... NÃO SÃO ÁRABES. Como os muçulmanos podem pregar sua própria extinção? Se ela me mostrar uma passagem do Alcorão que comprove o que ela falou, retiro tudo o que Eu disse sobre a religão árabe e judaica aqui.

Certamente que essa declaração infeliz - "E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o EXTERMÍNIO de TODO o mundo não árabe.- é somente uma tentativa de colocar outros na guerrinha suja dos judeus.


Bom, não vou mais tomar o seu tempo, aí acima está parte do meu ponto de vista. Mas, acredito que para haver equilíbrio no mundo, devem existir idéias análogas, e as respeito. Só não respeito criminosos...

Ah, avisa a ela também, que os tais terroristas - Osama Bin Laden, Saddam Hussein - foram todos armados pelos EUA, o mesmo país que armou Israel. São todos farinha do mesmo saco, peóes do imperialismo americano.


Não sei se leu, mas escrevi outro texto sobre o assunto: http://www.nerdssomosnozes.com/2010/06/mais-um-missao-cumprida-no-sangrento.html

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