sexta-feira, 6 de maio de 2011

Avatar FiliPêra

[HyperEspaço #21] A morte de Osama e a noite em que o 4Chan chutou a bunda preguiçosa da mídia

 

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Quem não dormiu cedo no domingo (só os bons que não têm medo daquela segunda-feira ressaquenta) leu em primeira mão a metralhadora de informações desencontradas sobre a suposta morte de Osama Bin Laden, alçado ao posto de inimigo número 1 do Mundo Livre depois daquelas cenas inacreditáveis do 11 de setembro. O palco dessa maluquice foi o Twitter, em que redes de notícias tuitavam com a voracidade de mordidas de um bando de hienas famintas e risonhas em cima de uma carniça recém-fedorenta.

A bem da verdade é que para uma sociedade amortizada por uma cultura de excesso de informações baratas, a Morte de Bin Laden foi um espetáculo bem broxante. Tirando umas tuitadas de um paquistanês que só sacou que tavam metralhando o Bin Laden depois que narrou todo o embate, o resto foi mais burocrático que o zeramento de qualquer Tomb Raider - incluindo o 2, que ela aparece de roupão depois de um banho de banheira.

Depois de 10 anos, trilhões de dólares cuspidos em guerras, milhões de mortos na caçada… esperava-se mais dos sempre espetaculosos Estados Unidos da América. Porém só rolou um pronunciamento do Obama estilo LIKE A BOSS afirmando de peito aberto que tinha sido ele o responsável pela morte do barbudo (sem levantar a bunda do Salão Oval), a garantia que um exame de DNA comprovava que era mesmo Bin Laden o baleado e a promessa de fotos.

Somos uma sociedade visual, de transmissões via satélite, queremos imagens! Já vimos Marte, já vimos o homem (supostamente) pisar na lua, como assim não podemos ver Bin Laden morto?! Será que Osama é Cristo, que morre e ninguém precisa ver o corpo?!

Para os americanos, essa escassez de material visual concreto - diferente do que rolou quando capturaram o piolhento Saddam Hussein, que teve até vídeo de enforcamento vazado na internet - não foi um entrave para uma festa tresloucada e carnavalesca em frente a Casa Branca e no Marco Zero (AKA o lugar onde eram as Torres Gêmeas). Só faltou garotas americanas mostrando ao vivo porque as estadunidenses são conhecidas mundialmente por seus pares de seios, ao fazer valer a tradição do flash do Carnaval de Nova Orleans.

 

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Nessa guerra voraz em busca da informação antes dos outros - a famosa furada jornalística - veículos do mundo inteiro escorregaram numa casca de banana das piores: postaram uma foto falsa - e porcamente montada - que seria a primeira a mostrar Bin Laden morto. A imagem havia saído do 4Chan, o lado mais podre da internet mundial, e na minha timeline foi postada pelo Bobagento, exatamente às 15 pra uma da matina. Isso tudo, alguns meses depois de Eu defender inflamadamente a superioridade da Mídia Tradicional sobre as Redes Sociais (mas aquele texto lá continua valendo, só pra constar).

 

Ainda na longa madrugada de domingo - segunda-feira foi feriado aqui no Espírito Santo, adentrei a madrugada no eterno nada-faz fingindo ser analista de mídias sociais - a coisa piorou: a Casa Branca informou que Bin Laden estava desarmado quando foi alvejado, e que seu corpo foi jogado no mar, “depois de ter um funeral nas tradições muçulmanas” em um porta-aviões que o sono não me deixou apurar o nome - ou não foi divulgado, assim como muita coisa nessa história.

Em resumo temos: CNN, New York Times, um paquistanês tuitando e outros veículos cuspindo informações desencontradas mas que no final das contas apontavam que Bin Laden estava morto… mas nada de imagens ou outras coisas concretas, só uns vídeos meio embaçados e mais acelerados que filme de Michael Bay. E ainda por cima, soubemos que os militares americanos chupinharam o estilo da ditadura brasileira de sumir com seus inimigos ao despachar Bin Laden dessa pra uma pior - que já era uma chupinhação do estilo siciliano, mais honrado, tradicional e cheio de significados.

Além de manchar técnicas mafiosas, o Exército dos EUA foi ainda mais longe: aparentemente cooptou a mídia - estou colocando um aparentemente porque não posso provar nada, estou apenas duvidando da história toda. E não foi só a mídia americana, o âncora do jornal que cozinhou por semanas as ações truculentas da polícia carioca na guerra travada no morro do Alemão, achou justa essa escassez toda de dados:

 

Quem não tinha idade pra entender o 11 de setembro há 10 anos, consulte o You Tube pra entender como Bin Laden quebrou regras do terrorismo. (LINK)

Pra quem compara: Saddam era um ditador no Iraque. Bin Laden, o líder terrorista internacional responsável pelo maior atentado da História. (LINK)

Os Republicanos, oposicionistas ferozes, cumprimentariam e elogiariam a atitude resoluta do Democrata Obama por absoluta ingenuidade? (LINK)

Os americanos mostrariam, felizes, um Bin Laden morto e desfigurado que virasse símbolo de martírio e estímulo a revanches? (LINK)

Os Estados Unidos enterrariam Bin Laden em local conhecido para estimular peregrinações? (LINK)

Obs: ainda quero saber quais são essas tais “regras do terrorismo”.

Tudo isso aí saiu do Twitter do dono do mais famoso “Boa noite” do Brasil, que nem mesmo deu uma questionadinha na versão oficial da história, através do uso de um princípio básico do jornalismo: cadê as provas?! Uma notícia não é notícia sem indícios que ela seja verdade. Declarações de políticos e militares não são compradas como verdade (num mundo ideal).

E, amigo, tem mais buraco na versão dada pelos EUA sobre a morte de Osama do que um queijo suíço - ou do que as paredes da casa onde rolou o tiroteio entre os fuzileiros e o terrorista. Dessa forma, é bastante compreensível que nem todo o mundo tenha engolido a história sem nem ao menos uma sobremesa açucarada pra ajudar.

 

Em primeiro lugar, o auto-proclamado matador de terroristas Obama - que tem o nome tão parecido com o alvo que mandou crivar de chumbo, que a Fox e o Estadão mataram ele no lugar do saudita… isso só as redes que Eu vi - descartou qualquer possibilidade de mostrar fotos dele morto, o que contrariou uma declaração do diretor da CIA, Leon Panetta, que disse:

"O governo esteve claramente discutindo sobre como fazê-lo melhor, mas não acho que haja dúvidas de que, em última instância, um fotografia será mostrada ao público".

No outro dia, temos a seguinte declaração, do porta-voz da Casa Branca, Jay Carney:

“Revisamos essas informações e tomamos as decisões da mesma forma que fazemos todas as outras coisas: levando em conta o que estamos tentando alcançar e se isso vai servir aos nossos interesses ou prejudicá-los, tanto nacional quanto internacionalmente”.

O motivo para não divulgar imagens seria “evitar que as fotos estimulem atos violentos”, ou evitar que elas “inflamem terroristas”. "Nós (os americanos) não somos assim", chegou a dizer Barack Obama, se esquecendo de refletir na quantidade de merda que a guerra que ele mantém de pé leva ao povo afegão. Será que uma “mísera” fotografia é mais forte do que as ações nefastas de uma trupe de soldados malucos agindo no país? Soldados americanos com um parafuso a menos emboscando civis deliberadamente e os matando seria menos chocante que mostrar um líder terrorista morto em uma fotografia?

 

A fala de Jay Carney acima não diz respeito somente a divulgação de fotos, mas de “equívocos” (vamos chamar assim) nas informações divulgadas preliminarmente pelo governo americano. Essa revisão de informações casa bem com um aparente planejamento cuidadoso feito por Obama, aparentemente para capitalizar ao máximo a operação para sua pessoa - reeleição taí, né… e ele tava mais afundado na opinião pública do que bomba de sucção de petróleo. Então, se imagens do presunto terrorista não ganharam o mundo, Obama fez questão de mostrar ele mesmo de olho nos desdobramentos da operação, e ontem colocou os pés no Marco Zero, para homenagear as vítimas do atentado.

As contradições do governo ao descrever a operação chegam a soar patéticas. No calor do momento, quando o mundo gritou “Tá Morto!”, os EUA soltaram uma versão o pintando como um vilão da pior espécie: ele estaria armado, resistiu a prisão trocando tiros com os soldados e ainda usou uma mulher - uma suposta esposa - como escudo humano, que também morreu. Ou seja: Osama morreu lutando!

Mas no outro dia o discurso tomou outro tom: Bin Laden não estava armado, mas "outras pessoas” da casa ofereceram “grande resistência” a chegada dos soldados. A história do escudo humano também desceu pelo ralo, a tal mulher não foi usada como escudo e nem morreu, mas “resistiu aos soldados” e levou um tiro na perna.

 

Com isso, quero dizer que discussão mais importante sobre a questão não é se Osama realmente está morto - duvido que esteja, mas isso é outro caso, não estou muito conspirólogo hoje - ou se ele merecia morrer ao invés de ser julgado, ou mesmo se o modo de vida ocidental é “superior” ao empreendido por sociedades islâmicas - já vi análises sobre isso por esses dias, não se surpreenda…  a questão envolve o fato de que o povo engoliu a versão oficial sem problema algum.

Obama disse, o New York Times, Willian Bonner e a CNN reverberaram, pronto… o caixão tá fechado! Nada mais é necessário para se construir uma verdade, o que mostra que mesmo com a chamada Era da Informação por aí, os humanos ainda agem como chimpanzés que ouvem o líder do bando sem questionamento - principalmente quando ele anuncia que matou violentamente o líder do bando inimigo.

E para os que ainda levavam fé na imagem de Obama como um presidente do povo, gente boa e amante da liberdade: desista, mas acho que não é o caso de muita gente que lê o NSN! Quem precisa de (mandar) meter uma bala na cabeça de outra pessoa para obter alguma popularidade, nem deve ser levado em conta.

 

[Com informações do iG, André Forastieri, Contraversão e GamerBr]

10 Comentaram...

Tsu disse...

Há concordo com o que foi dito. Até hoje essa história da morte e tudo relacionado está muiot mal contada. Considero os americanos o povo mais hipócrita que existe...ficam aí choramingando pelas vítimas do 11 de setembro como se fosse a maior catátrofe da humanidade juntamente com o holocausto alemão. Mas ignoram o fato de que foram ELES que mais matam pessoas. Some as guerrinhas do Bush e agora com Obama (que foi a maior promessa furada na presidencia) com um fato muito importante que todo mundo esquece: as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.
É fácil esquecer isso quando é feito pelos norte-americanos.

Sobre Bin Laden creio que esteja morto porque se ele não estiver e depois aparecer na mídia falando como ficará a honra e a cara dos norte americanos? Seria um problema colossal para eles. Acho que não iriam arriscar numa mentira dessas.

http://www.empadinhafrita.blogspot.com

Tavares disse...

Mas a globo ta questionando a legitimidade da operação e ontem o jornal nacional fez uma lista das ações semelhantes dos EUA pelo mundo.

Pra mim isso é chororô antiamericano de filhotes da Marilena Chaui, a alquaeda acabou de admitir que Bin Laden morreu

Obama falou claramente em sua campanha "we will KILLL Bin Laden and destroy alquaeda", todo mundo sabia disso e agora fica se fingindo de defensor dos direitos humanos.

Sinceramente Felipe, cai na real cara, vc acha que um cara como vc que se diz "nerd", que tem hábitos e consome coisas americanas, que vive a vida graças ao que os americanos criaram poderia viver em um país mulçumano?

Vc acha que lá tem videogame, tem Sacha Grey e Faye Reagan? (é assim que escreve?), vc acha que lá tem nerd? Vc acha que lá tem gibi de Alan Moore, liberdade pra escrever blogs e passar o dia tuitando? Vc acha que lá eles publicam livros de RAW, fumam erva e tudo?

Não meu amigo, lá vc vai ver as muié só se casar, só se rezar 30 vezes por dia, não tem papo de nerd moderninho não. Vc já viu como eles vivem? Acho que vc não ia se adaptar não cara.

Os EUA estão explorando tudo isso, eles controlam seu povo através desse medo do inimigo, mas pelo menos o estilo de vida do Ocidente ainda é melhor que o do outro lado.

Lá eles tb se aproveitam dessa coisa de demonizar os americanos, manipulam informações do mesmo jeito.

Mas se eu for escolher eu fico por aqui, e se os loucos querem instaurar um "califado islâmico" no mundo

eu lutaria contra.

FiliPêra disse...

@Tavares...

Sério que você encara uma crítica contra o modus operandi do Exército Americano como vontade de morar num país muçulmano, coisa que nunca quis na minha vida?

O fato de os dois lados da moeda serem ruins (e pra mim são) e você criticar um deles, não constitui vontade de ir pra outro lado. Se você já leu meus comentários anteriores sobre a questão - e você leu, porque a gente já discutiu bastante por aqui - você sabe o que penso a respeito.

"Pra mim isso é chororô antiamericano de filhotes da Marilena Chaui, a alquaeda acabou de admitir que Bin Laden morreu" O questionamento foi com relação a divulgação de informações, e não sobre a morte dele, no fim das contas, apesar de Eu ainda ter minhas dúvidas.

E o fato do estilo de vida do Ocidente ser "melhor" (melhor pra mim, que nasceu aqui e está plenamente adaptado a ele, não sei para uma infinidade de outros povos), não isenta os que o comandam de críticas. Se você pensa assim, simplesmente viva em paz consigo mesmo, não é meu caso.

E pela última vez: não encare uma crítica aos EUA, como uma afirmação que "o outro lado" é superior, ou melhor. Acho que essa classificação nem cabe aqui.

Chaves Papel disse...

Excelente texto, o Willian Bonner deveria dar uma passada por aqui e ver com os próprios olhos o que é jornalismo de verdade.

Quanto ao Osama, eu tenho algumas teorias (conspiratórias) à respeito. Vou resumir elas:

1- Ele não está morto.
Os EUA sabem disso e encobrem isso, por causa de um pacto entre eles.

2- Ele está morto, mas faz tempo.
Por motivos comerciais, isso não foi revelado antes.

3- Ele está morto.
Por algum motivo, os EUA resolveram matar ele, quebrando um pacto existente entre eles. A eleição presidencial pode ser esse motivo.

Essas são as principais...o que não dá, é acreditar cegamente em uma notícia só porque a mídia falou...anda mais cheia de rombos!

________________________________________________
Quanto as regras do terrorismo, creio que o Bonner se referia ao item:

"Não atacarás as duas torres, somente uma!

Pra finalizar, ai vai a maior contradição da história:

~~~~~ O prêmio Nobel da Paz mandou matar ~~~~~~

Felipe disse...

O texto tem alguns pontos interessantes, mas apesar de atacarmos uma certa 'hipocrisia' dos EUA, acho complicado para nos civis discutirmos assuntos militares e de guerra. A guerra ta na essencia das nacoes, na essencia do ser humano. Ela sempre existiu e creio que sempre existira. Claro que com devidas evolucoes, atualmente existem uma serie de 'normas' a serem seguidas em casos de guerra, mas nao creio o posicionamento dos EUA ser errado, e apenas o posicionamento de qualquer pais que tenha pdoer e esteja nessa situacao.
Se o Brasil fosse uma potencia real (economica e militar), eu apoiaria completamente intervencoes contra grupos ou paises que fossem contra a gente.
Cenario improvavel: 'Ja pensou algum grupo terrorista islamico manda umas lanchas bomba numas plataformas da petrobras. Invade mesmo, vai la, mata quem ordenou os ataques ora porra. A vida e assim, matara ou morrer xara'

Desculpem a falta de acentos, problema no teclado.

Hugo GRA disse...

Que bom você esta começando a ver o que realmente acontece em relação a mídia corporativa.

Vejo um potencial de despertar aqui, quem sabe com um pouco mais de informação.

Thiago Luiz disse...

"E para os que ainda levavam fé na imagem de Obama como um presidente do povo, gente boa e amante da liberdade: desista,"

Eu mesmo não!!!!!
Desde que o mesmo ganhou o Nobel da Paz, eu engrossei o coro da "Decepção Obama" e continuo firme na minha convicção.Por onde anda Michael Moore?
Aproveitando o momento Felipe, aqui está a fonte que você tinha pedido para eu poder usar o material do blog; http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=44944

História Zine disse...

O Tavares fez umas perguntas interessantes no seu comentário:

"Vc acha que lá tem videogame, tem Sacha Grey e Faye Reagan? (é assim que escreve?), vc acha que lá tem nerd? Vc acha que lá tem gibi de Alan Moore, liberdade pra escrever blogs e passar o dia tuitando? Vc acha que lá eles publicam livros de RAW, fumam erva e tudo?"

Permita-me uma observação rápida: leia um livro chamado "O Blog de Bagdá", vc vai ver que o oriente consome MUITA cultura pop ocidental... e o livro é apenas UM exemplo. Lá eles dão nó em pingo d'água prá conseguir as coisas, manter-se informados, mas conseguem...

Hoje em dia, tirando o Afeganistão pré-invasão dos EUA, o Irã (com restrições, dependendo da $itua$ão finan$eira do cara) e uma ou outra área de excessão que me falha a memória, os jovens de hoje do Oriente Médio querem ser tão globalizados quanto um jovem japonês, alemão ou hondurenho. Querem informação, querem participar do mundo... as coisas não são tão fechadas quanto eram antigamente.

E não, não estou defendendo o "Way of Life"... longe disso...

Orelha disse...

Se o Osama foi realmente morto...

A acao militar americana em territorio paquistanes sem conhecimento e autorizacao do governo local nao agrediu a soberania do estado?

Por exemplo se a PF nos mesmos moldes entrasse no Paraguai pra prender um Beira Mar da vida duvido que a ONU nao ia vir com um monte de sancoes contra o Brasil!

A execucao do Osama nao pode ser considerado crime de guerra? Se ele era um foragido nao deveria ser julgado? Ninguem fala nisso. Quando mata bandido a queima roupa em favela no Rio aparece um monte de ONGs... Pro Osama nao tem ONG???

Cade o Tony Blair, Bush pai, Bush filho que ninguem vai tentar matar? Cometeram crimes muito maiores que Osama e Sadam!

Pra terminar... Antes mesmo do Obama ser eleito eu ja sabia que nada mudaria, TODO presidente americano e a mesma merda, sempre foi e sempre sera.

Vivo no exterior e onde moro apesar de nao ser nos EUA houve esse clima da eleicao dele ser uma revolucao, um semi deus e isso e aquilo. Ele nao e melhor nem pior e apenas mais um presidente americano...

Pinguin disse...

E se o Osama não tivesse sido morto, a Al'Qaeda teria utilizado desta mentira para se promover, e aí amigos, teríamos um escândalo que acabaria com o governo americano com estilo.

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