terça-feira, 11 de setembro de 2007

Avatar FiliPêra

Videoclipes

Como estou um pouco sem tempo pros meus posts normais (nada muito sério, amanhã já devo estar um pouco mais tranquilo) vou postar aqui cinco videoclipes marcantes na história. Nada muito relevante, mas espero que gostem.



Pearl Jam - Do the Evolution

Vamos começar com aquele que pra muitos é um dos melhores clipes da história. Tudo funciona perfeitamente aqui, do vocal rasgado de Eddie Veder até os desenhos do amado e odiado Todd McFarlen.





Korn - Thoughtless

Esse aqui foi o grande responsável pelo fato de eu gostar de clipes. Foi de fato o primeiro clipe interessante que eu encontrei. Muito bom e lembra os bons tempos do Korn.



Radiohead - Street Spirit (Fade Out)

Pode não ser a melhor música do Radiohead, mas com certeza é o seu melhor clipe, disparado; com tomadas muito bem feitas e efeitos sutis muito bem planejados. Mostra logo de cara a genialidade dessa banda que entraria pra história logo depois com o discaço OK COMPUTER. Perfeito!!!



Red Hot Chilli Pepers - Otherside

Outro clipaço, que evoca o inventivo cinema mudo das décadas de 30 e 40. Tudo nele é simplérrimo e por isso mesmo bem elegante!



The White Stripes - Fell In Love With A Girl

Apesar de todo o hype a dupla White Stripes já mostou que tem talento de sobra, inclusive na criatividade clipeira. Esse aqui é somente uma prova disso!


Bom, ficamos por aqui, mas amanhã tem mais!

FiliPêra

domingo, 9 de setembro de 2007

Metropolis


Eu sei, eu sei... esse filme e antigo pacas (1927), não tem super efeitos especiais nem uma trama com muitas reviravoltas (levando em conta o que temos hoje em matéria de roteiro) e tal... MAS! ele é um marco na historia do cinema! não sabia? pois é! escrito e dirigido por Frizt Lang (argumento em parceiria com Thea von Harbou sua esposa) o filme é considerado umas das melhores obras do expressionismo alemão, muito do que se vê hoje em dia nos filmes de ficção e inspirado nele, desde filmes como "1984" até "Matrix" (a cidade subterrânea, a vinda de um escolhido), para vocês terem uma idéia, katsuhiro otomo fez um anime chamado "Metropolis" inteiramente basiado na obra de Fritz Lang,

conceitos básicos como a do futuro controlado por maquinas e a exploração mecânica da classe trabalhadora estão presentes na pelicula, na época o filme foi tão comentado, que Hitler ao chegar ao poder convidou Fritz Lang para produzir documentários sobre o partido nazista, recusando a oferta ele se mudou para Paris onde chegou a produzir filmes de conteúdo ante-nazista, depois se mudou para os Estados Unidos onde faleceu, para quem quer conhecer melhor a historia do cinema e da ficção científica assistir Metropolis e indispensável.




NOTA: 9,0
DURAÇÃO: 153 mins
GENERO: FICÇÃO
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NSN Preview

Como neste fim de semana não teremos a coluna HyperEspaço, que já foi publicada na quarta-feira, trazendo a cobertura do show do Estúdio Coca-Cola, aqui no Espírito Santo, resolvi colocar aqui nesse espaço um preview do que vem por aí.
Primeiramente já estou preparando uma matéria com os três primeiros números da série
Os Sete Soldados da Vitória (eu sei, estamos atrasados, mas estamos correndo atrás disso), colocando na mesa todas as teorias, intercessões e todos os momentos interessantes que a série proporcionou até aqui



(e não se preocupe que já estamos adquirindo o restante dos números que estão faltando).
Também chegará nessa semana as resenhas das séries Flex Mentallo e Sebastian O,
duas pérolas semi-desconhecidas do gênio Grant Morrison.
Na área musical deve chegar por aqui a resenha da álbum White Blood Cells, da dupla White Stripes e o melhor disco do Smashing Pumpkins, Mellon Collie and the Infinite Sadness (duplo), recém-recussitados, com o álbum Zeitgest. Talvez apareça por aqui um CD da banda Rage Against the



Machine (também recussitados recentemente, embora somente em shows).
Eu vou ficando por aqui, e fica o aviso que nos fins-de-semana vou postar unicamente minha coluna, e que essa seção, quando necessária, será integrada à ela. Provavelmente a partir da semana que vem passarei a colocar uma seção semanal de notícias também, com o melhor da área musical, dos Quadrinhos e Cinema...
Um abraço.

É NOZES!!!

FiliPêra
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Biffy Clyro - Infinity Land




Coisas que você precisa saber sobre a banda Byffy Clyro:
1) a banda não tem um líder. Os três integrantes se revezam nos vocais.
2) Dois integrantes são irmãos e gêmeos, mas não idênticos.
3) Não é uma banda de nu-metal, e muito menos grunge, mas fazem um rock pesado.
4) Provavelmente eles são a banda mais excitante do Reino Unido.
Formado em meados dos anos 90 na Escócia, em uma região adormecida, os meninos ouviam Guns N' Roses, Nirvana, Weezer e Korn. O grupo, em 1997, mudou para Glasgow, onde Ben e James foram para o colégio enquanto Simon ia para a universidade. Não demorou muito para começarem a ter contato com a música underground americana e bandas como Far, The Red House Painters, Mineral e os lendários Fugazi. O som é um pop rock pesado e a banda lança seu segundo álbum, Infinity Land.
E é nesse clima que vai margeando todo o som (totalmente alternativo) do trio escocês, hora com
peso, hora com total calma.
Classicado como rock alternativo por uns e de indie rock por outros, a bem da verdade é que o
Biffy Clyro realmente faz um som bem diferente, mas que acaba lembrando uma mistura de várias bandas. As principal influência do som deles é com certeza o grunge do Nirvana, Pearl Jam e Alice in Chains, tanto que eles chegaram a ser classificados de neogrunge também.
A bem da verdade o Biffy Clyro não é nada disso e é tudo ao mesmo tempo, com músicas que vão
mudando de estilo constantemente (como o Faith No More e o The Mars Volta) mesclando uma gama de estilos, que vão desde o reggae até o punk rock.
Esse é o terceiro álbum da banda, e apesar de ser um pouco inferior ao antecessor, Vertigo of
Bliss, foi o primeiro disco deles com a qual eu tive contato.





Não é um disco de fácil digestão, que com sua mistura grande de estilos, pode levar alguns a
abandonarem a audição antes do fim. Mas com o tempo se acostuma com o estilo camaleônico do trio.
Muito bom!!!

Nota: 8,5

Top 3 do Álbum: Some Kind of Wizard, The Atrocity e Glitter and Trauma.

FiliPêra

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

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Polyphonic Spree - The Beginning Stages




Sabe aquela música alegre que faz até o mais depressivo reencontrar alegria na alma? Não? Pois
então você precisa conhecer o Polyphonic Spree.
O grupo é diferente de tudo o que você já ouviu falar. Primeiro por ter 25 integrantes, metade
deles formando um imenso coro. Os outros tocam os instrumentos mais estranhos que você já viu na música pop. Todas as músicas do grupo tem o próposito de alegrar, com melodias arrebatadoras e variações instrumentais e vocais impressionantes. Tim DeLaughter, o cérebro e a principal voz por trás da banda, pode parecer malucão (e deve realmente ser), mas realmente sabe como fazer uma boa música e construir melodias oníricas. Ouvir o Polyphonic é como sair do seu corpo e vagar por aí com o único intuito de buscar a felicidade.





Logo que o grupo surgiu, fruto do fim do Tripping Daisy após a morte de seu guitarrista, por
overdose, o Polyphonic surgiu com esse, que é seu primeiro disco (os outros vão aprecer aos
poucos por aqui). E logo que apareceu surgiram comparações imediatas com o Beach Boys
(principalente com o álbum Pet Sounds) e com o Flaming Lips, grupo do também malucão Wayne Coyne (breve por aqui). As três bandas tem em comum a sonoridade extremamente psicodélica e experimental, com instrumentos completamente inusitados e sons extraídos de objetos que deixariam os engenheiros de som de Star Wars com inveja.
Tudo no álbum passa a impresão de estar no seu devido lugar (tirando a última faixa, viajante
demais, com seus 25 minutos), inclusive o vocal de Tom DeLaughter (e de seus companheiros de
coro). Ao final do disco fica a pergunta: Por que os padres não usam Polyphonic Spree? As missas
seriam melhores...

E não deixe de conferir as apresentações ao vivo do grupo. O vídeo que está aí em baixo é só uma
pequena mostra do poder musical do grupo.




Nota: 9,0
Top 3 do álbum: Ouça tudo de vez e você vai saber porque não tem Top 3!!!

FiliPêra

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

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HyperEspaço nº 3

Vivendo as diferenças no ES






Por FiliPêra


Parte I
Fundir para evoluir

Quando a Coca Cola ( e a MTV, é claro) lançou a sua idéia de juntar artistas de diferentes estilos e coloca-los para tocar juntos,tudo me pareceu estapafúrdio. Coisa que só daria certo na cabeça de executivos de empresa de refrigerante. O lançamento dos primeiros resultados serviu para afugentar um pouco esse (pré)conceito, com boas duplas, principalmente Lenine e D2. As outras fusões não ficaram longe disso em qualidade e geraram coisas como o hip-rock de Negra Li e Pitty, ou o axé-core do CPM 22 e Babado Novo (alguns execram, mas o resultado não chegou a ser ruim). Claro que existem as excessões, ou você acha que Armandinho ficaria bem em alguma dupla?
Mas deixei tudo mais ou menos de lado, até que em um dia...



Parte II
Táticas de Guerrilha (e sorte...)



Abri o MSN e lá estava uma mensagem em off do Têra com o link do site do show do Estúdio Coca Cola no Espírito Santo. Outra vez de lado (na verdade não abri o link, fui abrir depois). Mas tive outra oportunidade: numa segunda-feira, na escola, depois do circuito do torneio de skate da Qix no Tartarugão, um amigo meu (que vamos chamar de Cambista) apareceu com quatro pulseiras amarelas no braço e explicou do show da Coca Cola Estúdio. Mas aí veio o lance: pra conseguir ingresso tinha que se conseguir uma pulseira amarela (do Dead Fish) e uma vermelha (do Marcelo D2). Imediatamente peguei uma das que ele tinha no braço.
À noite fui à casa do Têra e Nêra pra contar a notícia e explicar o esquema. O Têra logo falou do link que ele havia deixado pra mim. Eu respondi que havia esquecido de abrir. No outro dia começou a corrida pra conseguirmos um ingresso pra cada um.



Mas passou-se o tempo e chegou o dia de trocar as pulseiras pelos ingressos...e eu só tinha a minha do Dead Fish (o resto da galera do Blog não tina conseguido nada!). A coisa foi ficando mais desesperadora, não queríamos perder esse show de jeito nenhum. Alguns dias depois estava eu perguntando por quanto Cambista venderia o ingresso dele e vejo que ele tem uma pulseira vermelha no braço que ele provavelmente não ia usar e, sem pensar duas vezes, pego a pulseira do braço dele (ele já possuía uns 5 ingrssos, então não faria falta uma mísera pulseira).
Mas a data do show estava se aproximando (era segunda e o show seria no domingo) e não tinha ingresso em lugar algum. Já estava passando pela minha cabeça desenbolsar pra conseguir ir ao show.
Mas o uma mistura de Caos e sorte tratou de colocar tudo nos eixos...
O pessaol da minha classe tinha marcado de ir ao cinema na quinta à tarde. Na terça eu avisei pro meu patrão que trabalharia o expediente inteiro (eu só trabalho à tarde) na quarta-feira.
Na quarta fui eu pronto pra trabalhar o dia todo, mas quando chegou deu mas 14:00h (e eu não tinha almoçado ainda) o patrão perguntou se eu já tinha terminado um serviço que ele tinha pedido. Como a resposta afirmativa ele falou: -Tira o resto da tarde de folga!
Fui embora apressado, antes que ele mudasse de idéia.
Chegando em casa, tomei banho e almocei. Ainda, na esperança de conseguir um ingresso liguei pro Clube Libanes pra ver se eles tinham algum ingresso sobrando. NADA!!! A atendente disse que só a Rádio Cidade possuía ingressos e era necessário ligar pra lá, pra poder CONCORRER a um ingresso.
No desespero pedi duas músicas na Rádio Cidade, mas sem muita esperança.
Mas às 16:20h eu ouço o locutor falando que às 16:30h ia ter uma blitz na Praça Central de Vila Velha pra trocar pulseiras por ingressos.
Arregalei as orelhas pra confirmar a notícia, enquanto colocava um tênis e o computador pra hibernar.



Fui correndo até a Praça (cheguei lá em cinco minutos, mais rápido do que de ônibus) e dois minutos depois chega o bendito carro da Rádio Cidade. Com um sorriso de orelha a orelha troco minhas pulseiras (eu conseguiria outras duas no show) pelo convite.
Mas faltavam os outros Editores do Blog (tirando a Voz do Além que curte pagode e não ia gostar nem de Dead Fish nem de D2). Fui conversar com Cambista e saber o preço que ele queria nos ingressos. Disse R$ 40,00 mas pra mim faria a R$ 30,00. Comuniquei a Nêra e Têra e eles ficaram de conseguir a grana.
No outro dia (quinta) eu levo um ingresso fiado pra um deles, do cambista (felizmente o Têra havia conseguido um, porque foi o designer da camisa do evento!!!), que o Nêra imediatamente abocanhou (não literalmente, embora eu não duvide disso) Depois disso ainda marquei com a Iara, outra amigaça minha pra nos encontrarmos lá.
Enfim tudo certo, era só esperar o domingo...


Parte III
Vamos fazer barulho, PORRA!!!



E chegou o grande dia!!! Acordei às 11:00h (passei boa parte da madrugada escrevendo minha coluna) e tomei banho. As 15:00h estava na casa do Têra e Nêra e as 15:40 saímos. Chegamos as 16:00 e algum tempo depois encontro Cambista, que queria falar com a Iara pra dar o ingresso que ela iria comprar com ele. Alguns refrigerantes depois ela chega e o negócio fica acertado. Nós vamos para a fila e ficamos esperando a hora de entrar, que seria 17:40 (nesse meio tempo todos os Editores e a Iara, gravamos vinhetas pra Rádio Cidade).



Chegamos no espaço em que aconteceria o show e já caímos na pista, que tava sendo animada pelo DJ Negrada, do Rappa. Mas aos poucos estava se formando multidão que assistiria ao show.
Depois de quase uma hora de dance music, trance e tudo o mais, a VJ da MTV, Penélope entra no palco e já seleciona algumas pessoas do público para fazer algumas perguntas...e os que responderam certo ganharam um IPod. Após alguma conversa e explicações Pénelope anuncia: -Vai entrar no palco...DEAD FISH!!!!!



Ainda no início do primeiro solo de guitarra começa a funcionar um liquidificador bem no meio do público, com gente se empurrando e se esmurrando; nada de anormal em qualquer show de Hard Core.
Mas as proporções foram aumentando e acabei me separando do resto da Galera (fiquei sabendo que a Iara foi salva pelo Têra, que a tirou do meio da roda, mas não impediu dela tomar um tabefe na cara) e fui para lá na frente do palco, mais especificamente na segunda fila.
Quanto a apresentação: foi impecável, com a banda mandando bem ao vivo e com uma boa performance do vocalista Rodrigo, com seus berros e pulos no palco. Entre os sucessos cantados se destacam: Sonho Médio, Paz Verde e Mulheres Negras. A patléia em frenesi agradeceu.
Mas tudo mudou mudou com a chegada de Marcelo D2 ao palco (após mais um pouco de trance na pista). Apesar de deixar a platéia quase em transe enquanto se apresentava, tudo foi muito mais tranquilo (a maconha, usada por muitos, deve ter ajudado). Mas ninguém estava preparado para a maior atração da noite: Fernandinho BeatBox. Sério! O cara, com poucos minutos de apresentação conseguiu trafegar genialmente desde uma viagem a là Kraftwerk até o peso do Prodigy, nunca diminuindo o ritmo. Toda a paresentação de D2 seguiu assim, com um som com várias camadas, indo desde o funk (o cara conseguiu fazer com o que o público cantasse Tati Quebra-Barraco) até o samba. Genial!



Quando chegou o tão esperado momento, o da fusão sonora, tudo nos conformes; apesar de algumas suspresas. O som gerado pelos dois artistas não poderia ser melhor (e pensar que a formação original previa Dead Fish e Zezé Di Camargo e Luciano; execrável!) misturando muito bem os dois estilos, e unindo de vez os dois públicos.
Quanto ao set list, uma palavra: impecável! Começando com Ex-Quadrilha da Fumaça, do Planet Hemp (banda original de D2), e passeando por Quero Ver o Oco, do Raimundos, Polícia, do Titãs e Urgência.

Enfim, um showzaço que, sozinho, mostra que a Coca Cola (e a MTV) acertou a mão na mistura.



O que estou ouvindo: Dead Fish e Marcelo D2



Não foi??? Vou deixar uma mostra Youtubeana do evento. Não é a mesma coisa mas...





Video da Música "A Urgência", com Marcelo D2 + Dead Fish





Vídeo da Música "Polícia", com Marcelo D2 + Dead Fish




Vídeo da Música "Eu quero ver o oco", com Marcelo D2 + Dead Fish

Obrigado e até a próxima...



Agradecimentos: http://www.treta.com.br/
http://www.norock.com.br/
http://www.orkut.com/ (todos os seus integrantes que ajudaram ao NSN)

domingo, 2 de setembro de 2007

O Ultimato Bourne


Isso sim e um filme de espionagem!!!
nem juntando todos os "Bonds" não chega nem aos pés de Bourne! o filme e excelente! tem tudo que se possa esperar de filmes como esse, cenas de espionagem muito bem elaboradas, lutas fantásticas e uma perseguição de carro que te deixa travado na cadeira!!!! os dois primeiros filmes, "identidade bourne" e "supremacia bourne" são igualmente bons, mais o ultimato superou seus antecessores! Matt Damon esta ótimo no papel do agente com amnésia Jason Bourne, que leva a trama a seu desfecho de forma convincente, o retorno de personagem dos dois primeiros filmes amarra muito bem a trilogia! resumindo, quem gosta de filmes com muita ação, tiros, explosões e um ótimo roteiro, O Ultimato Bourne e imperdível!

obs: Prestem atenção na musica de encerramento! Extreme Ways do Moby fecha o filme com chave de ouro!!!!o clipe esta no fim dom post!!!

obs2: resolvi ir ver o filme por conta de um podcast que ouvi esse dias, o rapaduracast sobre a Trilogia Bourne! o pessoal realmente entende de filme e conseguiram me convencer a ir assistir no cinema! escutem aqui.

NOTA: 8,0
DURAÇÃO: 115mins
GENERO: AÇÃO/ESPIONAGEM




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HyperEspaço nº 2

UMA (QUASE) JORNADA CINEMATOGRÁFICA...

Por FiliPêra





Chegamos a mais uma coluna HyperEspaço comigo conseguindo manter os prazos (calma, estamos só na segunda ainda).
E o tema de hoje não podia ser outro senão a série de acontecimentos que me levaram a duas
sessões de cinema no aniversário da Severiano Ribeiro.
E tudo começou quando um amigo meu anunciou pra galera da minha classe, no meu curso técnico que na quinta, dia 30/08 iria haver uma promoção no Kinoplex, devido ao aniversário de 90 anos dos Cinemas Severiano Ribeiro (R$ 4,00 a inteira e R$ 2,00 a meia). A animação foi geral, afinal não é todo o dia que se pode ver filme na tela grande mais barato do que as locações para se ver na tela pequena. Os amigos se reuniram pra fazer uma combinação de horários que permitisse-nos
assistir ao máximo de filmes bons possíveis.
Ficou decidido então que veríamos Os Simpsons, Duro de Matar 4.0 e O Ultimato Bourne. Fiz alguns ajustes de horário no serviço (atenção esse fato vai ser importante para eventos futuros), e tudo correu bem, até que na quarta feira à noite... Estava bem eu conversando no MSN com a Cris (em breve eu creio que vocês vão conhece-la aqui no Blog, amigaça do coração) e ela avisa: -Não vou ver os filmes com vocês não! Eu quero assistir ao Primo Basílio de qualquer jeito e depois eu assisto Os Simpsons (ela deve ter dito digitado isso batendo o pé no chão)!!!
Virei a cara. Mas retruquei, logo após tomar coragem: -Como ninguém vai assistir esse filme com
você, eu vou!
Ela agradeceu.
No outro dia ela comunicou ao resto do pessoal a decisão dela. Eles reclamaram um pouco e ficou
tudo bem. Mas quando ela falou que eu iria junto... começaram as risadas. Fazer o que? Realmente não é todo o dia que se troca um blockbuster de verão por um filme nacional, que sinceramente não parecia ser bom; apesar da Cris insistir o contrário, de já ter lido o livro e tudo o mais. Mas as suspeitas continuaram.




Terminadas as aulas fomos até o Habib's para comprar umas esfirras para forrar o estômago para aguentar as sessões. Comemos lá no andar do cinema mesmo e depois fomos para a fila comprar os ingressos.



Chegada a hora da sessão fomos Eu e a Cris para a fila (o resto do pessoal já estava assistindo
Os Simpsons). Entramos na sala, comigo ainda receoso de que assistiria um filme nacional.
Mas passados quinze minutos de projeção, eu já estava envolvido com a trama simples e bem
construída de O Primo Basílio, com seus personagens cativantes, que deixam você na dúvida para quem torcer (apesar das interpretações um pouco exageradas). O roteiro narra a história de Jorge e Luísa, um casal comum e apaixonado que tem sua vida mudada quando Luísa reencontra um antigo amor, seu primo Basílio, que estava no exterior há algum tempo. Quando seu marido viaja, ela começa a se encontrar com ele e daí pra frente o romantismo só vai aumentando. Luísa, antes avessa à traição, começa a ficar mais íntima do primo (se é que me entende). O que parece ser mais uma história de traição começa a tomar outras nuanças quando a empregada, extremamente maltratada pelos patrões, descobre a traição e começa a chantagear a patroa. E o filme vai
seguindo por esse caminho até desaguar em um final bem triste e extremamente convincente. Se puder assista!
Saímos da sala, comigo satisfeito por ter gostado de um filme nacional e com a Cris dizendo: -Tá
vendo...Eu disse que você ia gostar!!!
Fomos ao banheiro, compramos um milkshake e fomos pra sessão dOs Simpsons. Após furar duas filas e pedir informação umas quatro vezes finalmente conseguimos chegar na sala.





Os Simpsons

Eu, mesmo após assistir todas as dez primeiras temporadas e uns pedaços das outras, não estava
preparado para dar tantas risadas. Tudo, absolutamente tudo no filme é construído com o propósito de fazer rir. Desde o começo hilário, com a participação especial do Green Day, até o último segundo (no meio dos créditos também).
Mas vamos a história, que foi guardada a sete chaves: O lago Springfield está com problemas de
contaminação, o que leva a uma mobilização por parte da população para a sua despoluição. Mas
Homer, com pressa pra se livrar dos excrementos do seu porco de estimação, comtamina o lago
violentamente e de forma quase irreversível. Daí o governo dos EUA, percebendo o problema,
resolve tomar medidas drásticas contra Springfield.
Falar mais pode estragar as boas surpresas que a trama reserva. E pode acreditar, tudo que
transformou a família amarelada num ícone da Cultura Pop está lá: referências a outras obras,
participações de famosos, personagens ultra-carismáticos e é claro as trapalhadas da família
(especialmente do Homer). Mas entre outras coisas, o roteiro, que passou por 166 revisões (dizem por aí) encontra tempo pra falar da política de exclusão de Bush, usando Springifield como cobaia. As gags do filme vão desde o humor físico (a martelada no olho e a mão cheia de cola do Homer, são os melhores exemplos) até alguns mais intelectuais, como a referência a Branca de Neve, da Disney (essa a Cris teve que me explicar) num esquema que lembra bastante Shrek.
Enfim, não adianta ficar falando muito de uma coisa tão conhecida, o negócio é assistir mesmo. Se
você já é fã de Homer, Bart e cia. tá safo, pode ir ver tranquilo, o longo não passa de um
episódio esticado (apesar de ter um cuidado maior com a trama). Mas se você não conhece o desenho (e eu pergunto: de que planeta você veio???) assista mesmo assim, você vai gostar, mas se prepare para ter que assistir 19 temporadas que você perdeu...

Nota: 10

Diretor: David Silverman
Duração: 90 min
Gênero: Animação/Comédia




Saímos da sessão satisfeitos (na verdade a Cris não riu muito, enquanto eu quase tive um ataque
cardíaco, mas eu acho que ela esta segurando a risada) e fomos cada um pra sua casa...



O que estou ouvindo: Biffy Clyro - Infinity Land
O que estou lendo: Os Supremos Vol. 2 e Sete Soldados da Vitória

A próxima HyperEspaço deve sair um pouco mais cedo (na terça ou na quarta) devido ao show da Coca-Cola Estúdio, com Dead Fish e Marcelo D2. Aguarde uma matéria super especial!
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3º REC - Festival Nacional de Vídeos Universitários

Por Leandro Sherman
Introdução: FiliPêra



Quarta-feira passada Leandro me liga e pergunta se vou ao REC, na Faesa Campus II. Eu disse que não iria, tava um pouco cansado. Mas pedi um texto com um geralzão do Festival. Ele infelizmente só poderia ir no primeiro dia, mas já dá pra se ter uma idéia do bom nível que já alcança o 3º Festival Nacional de Vídeos Universitários (eu e uns amigos inscrevemos um vídeo, que infelizmente não foi selecionado, mas isso já é outra história). No outro dia ele me entregou o
texto, que teve até um vídeo de um professor meu...



Olá pessoal! O que eu tenho para falar do 3º Festival Nacional de Vídeos Universitários: é aquilos que eles sempre falam; da primeira vez é inesquecível!
Esse foi o meu primeiro festival de cinema!
Totalizando, assisti 22 filmes, entre publicitários, animações e curtas.
Eram em sua maioria vídeos muito bons, mas teve uns três que realmente nem é bom comentar...Mas vamos comentar! Um filme pernambucano, meu Deus, que filme chato. Parecia uma sátira de "O Auto da Compadecida", que é ótimo, mas o "Cordel de Serenata Miúda" (o nome desse troço) era muito bobo e fazia tudo à moda antiga, no estilo cinema mudo.
O publicitário "A Gente faz TV pensando por Você" (N. do Editor: o filme do meu professor), já no título mostra como a TV domina as pessoas. O vídeo mostra vários âncoras apresentando a mesma notícia, e quando um telespectador vai trocar o canal é ele que é trocado por outra pessoa, com outro controle remoto.



O tal meu professor...

Mas o pior filme da noite (na minha opinião) é o curta "Escunha", em que um professor fica dando um tipo de entrevista e o tempo todo fica um barulho de papel sendo rasgado. Duas palavras: agoniante e chatíssimo.
Também teve um vídeo publicitário legal, apesar de ter ficado exagerado. Ele foi feito pelo aluno
da Faesa William Kefer e é sobre uma nova marca de skate.
Curiosamente o mesmo William dirije o vídeo mais engraçado da noite: "Le Parkour". Uma sátira
dele e de seus amigos praticando (bem mais ou menos) a modalidade.
Falando em vídeos bons...são eles: o videoclip "Super Pop Kampala", o documentário "Dinheiro
Fácil", que fala de duas pessoas que sustentam a família com o dinheiro do "bico", de entrega de
papelzinho nas grandes metrópoles.



Mas o melhor vídeo da noite (de novo, na minha opinião) e que tem o meu voto, é o filme de Ian S. B. Fernandes "O Lobinho nunca Mente". Gente, não sou um expert em edição de vídeo como o meu amigo que é um dos Editores desse Blog (N. do Editor: eu...), e o que sei é por causa dos filmes que assisto, mas a edição, e não é só ela, e o roteiro com o estilo dos filmes de Quentin
Tarantino, da qual eu sou fã. Talvez por isso eu gostei tanto.
Bom, pra encerrar, quero dizer que gostei muito do REC e espero que cada vez mais tenha esses
eventos culturais aqui o nosso estado.



Premiação

Agora deixe-me ir e terminar minha leitura. Estou lendo a obra-prima de Frank Miller "Batman - O Cavaleiro das Trevas" e é fantástico e olha que eu li somente o primeiro capítulo, por enquanto.
Ano que vem tem o filme de Christopher Nolan com outro nome, mas isso já é assunto pra uma outra oportunidade...

sábado, 1 de setembro de 2007

Avatar FiliPêra

Duro de Matar 4.0





John McLane está de volta, no lugar errado e na hora errada "Graças a Deus".
Quando vemos este personagem fumando e fazendo piadinhas, não parece, nem de longe, que ele vai pôr sua vida em risco pra salvar outras, mas é o que ele faz de melhor (além de matar bandidos das mais loucas formas possíveis e rumar para auto-destruição).
Bruce Willis arrasa no quarto filme Duro de Matar, que, na minha opinião, junto com 300 e
Transformers, são os três melhores blockbusters do ano.
O roteiro é meio confuso. O vilão do filme, Thomas Gabriel, é ex-chefe do Departamento de
Segurança americano, que toma um chute no rabo (foi mal as palavras, mas estamos falando de Duro de Matar) e fica com raiva a apagar literalmente todo os Estados Unidos e criar um caos total. O que ele não contava que teria de enfrentar um dos policiais mais casca-grossa do cinema (Martin Riggs, de Máquina Mortífera também está nessa), John McLane, que por sua vez não entende nada de computadores e precisa da ajuda de um hacker para enfrentar esse inimigo.
O filme é pura adrenalina, do começo do fim (clichê, mas fazer o que?). Pode acreditar, o filme é bom mesmo, e começa quando McLane tem que escoltar o hacker de Nova York até Washington e o apartamento do cara vira uma peneira.






O diretor de Anjos da Noite, e sua continuação, Len Wiseman, só tinha feito isso, mas com Duro de Matar 4.0 mostra que é um bom diretor de filmes de ação.
Três cenas que vão fazer você acabar de ler e correr pro cinema: McLane enfrentando um
helicóptero no final do túnel, no centro da cidade; a sequência brutal da luta de McLane com a
mulher chinesa amante do vilão; e, a mais espetacular do filme, com Mclane dirigindo uma carreta e sendo perseguido e bombardeado por um jato.
Pessoal, John McLane continua brutal, engraçado, divertido e o melhor de tudo: ele é duro de
matar.
Valeu. E deixa que eu mando uma plhinha do cara: YIPPE-KI-YAY Motherfucker!!!


Nota 9,0
Diretor: Len Wiseman
Duração: 129 min
Gênero: Ação



Leandro Sherman

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