quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

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Viciado em Internet

Por Sayron Schmidt, do World RPG Fest

 

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Desde julho sem escrever nada.

Que triste.

A falta de criatividade assolou minha vida e justamente quando entrei em um recesso de internet, estudos e trabalho.

Mundo estranho esse.

Senti-me como um viciado em busca de drogas. Duas semanas sem acessar nada. E-mail, twitter, blogs, etc.

Nada.

Apenas um vácuo em minha mente querendo saber o que estava acontecendo. Apesar de estar ciente que eu não faria muita diferença frente aos milhões de usuários. Mas eu queria estar lá.

Usuários, palavra muito empregada ao retratar pessoas com algum vício. Talvez por isso seja aplicada àqueles que usufruem da internet.

Durante essa reflexão me pergunto:

“O que anda rolando mundo afora?”

Que merda, como eu queria ver meus e-mails agora.” - Mesmo consciente de que nada de importante iria aparecer por lá.

A todo instante era isso.

Como a vida pode criar uma dependência de algo que, a principio, nunca existiu em nossas vidas. Foi assim com a televisão, com o telefone, com os celulares e, hoje, com a internet. Uma busca cada vez mais rápida por informações, noticias e entretenimento. Uma busca chefiada pelo senhor Google. Claro que o Google não poderia ficar de fora dessas citações, ele é usado pela grande maioria de nós, chegando ao ponto de, quando algum serviço do mesmo fica fora do ar, gerar um possível suicídio coletivo de seus usuários. Lembrando Jim Jones e sua seita maluca-suicida Peoples Temple, mas em uma escala sem precedentes.

É exagero dizer que pode existir suicídio coletivo dos usuários da internet? Talvez, mas se pensarmos que existem pessoas e até empresas que param, praticamente em sua totalidade, devido ao mau funcionamento de algum serviço deles e que os dramáticos de plantão chegam a anunciar o fim do mundo quando isso ocorre, não estamos muito longe do pessoal de Jim Jones, é apenas uma questão de tempo.

Mas não é sobre isso que gostaria de comentar. O Google já atingiu outro nível.

Agora, deixe-me verificar as minhas 50 contas de e-mail, meu Reader, com +1000 posts, e meus blogs, todos desatualizados, pois já não aguentava mais ficar longe disso tudo.

Infelizmente não consigo ficar longe desse mundo.

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Muita Calma Nessa Hora

Por Paulo Roberto, do Em Paralello

 

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Como todos (quase) os finais de semana, estava sentado na cadeira do cinema mais próximo para assistir a mais um filme. Como de costume, dei uma pausa na minha dieta habitual (pelo menos nos finais de semana, também sou filho de Deus) comprei o maior saco de pipoca existente na face da terra com aquele refrigerante de 1 litro para assistir a mais um filme.

Durante os trailers me deparo com o filme Muita Calma Nessa Hora. Não me contive, assim que o primeiro filme terminou me dirigi a bilheteria e comprei o ingresso para a próxima sessão deste filme que apenas no trailer me fez morrer de rir. Muita Calma Nessa Hora, dirigido por Felipe Joffily, conta com o roteiro de nada menos que Bruno Mazzeo, além de João Avelino e Rossana Ferrão. Tendo Bruno Mazzeo como roteirista não poderia sair outra coisa a não ser inúmeras risadas.

Tita (Adréia Horta), após pegar o seu noivo (Bruno Mazzeo) literalmente com as calças na mão resolve passar um final de semana em Búzios com as suas amigas Mari (Gianni Albertoni) e Aninha (Fernanda Souza) em uma casa que seria onde ela passaria a lua de mel. No meio do caminho elas se deparam com Estrella (Débora Lamm), uma hippie que está em uma jornada a procura de seu pai nunca conhecido.

Em um primeiro momento você pode achar que um filme com Marcelo Adnet, Leandro Hassum, Lúcio Mauro Filho, Hermes e Renato, Sérgio Malandro dentre outros poderia ser “idiota” demais ou pela farta quantidade de humoristas seria muito clichê… terrível engano.

O filme é hilário, com uma história simples Bruno Mazzeo conseguiu encaixar perfeitamente cada ator em situações engraçadíssimas. Como um todo, esta produção nacional traz de forma engraçada e até mesmo jovial situações que muitos, assim como eu, irão se identificar ou lembrar já ter passado algum dia. Acima de tudo o filme fala sobre amizade, lealdade e descobrimento, as incertezas que qualquer pessoa ao longo da vida sente sendo postas de uma forma divertida e cativante e porque não dizer sexy.

Destaque se faz nas atuações de Fernanda Souza. Como Aninha ela mostra as indecisões sobre sua vida de forma hilária. Por outro lado, Marcelo Adnet interpretando um paulista com sotaque bem “arrastado” viciado em gadgets e Lucio Mauro Filho fã de Chiclete com Banana te fará rolar de rir na cadeira do cinema.

 

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A trilha sonora conta com Jota Quest, Leoni dentre outros, este último que segundo o diretor compôs a música tema do filme de última hora. Outra curiosidade se refere a atuação de Sérgio Malandro, um tatuador que entende o nome de Aninha errado e tatua em Japonês “Soninha”. Felipe Joffily em uma entrevista disse que foi extremamente difícil controlar Sérgio Malandro, pois a cada 2 minutos ele saltava os seus jargões como “Glu Glu Yeéh Yeéh! Bilu Bilu Teteia”, mas o mesmo confessou ainda que pediu aos atores e comediantes para se “conterem”, pois a idéia principal do filme não era que o mesmo ficasse igual a um programa de humor televisivo qualquer.

Em um momento em que o cinema nacional só nos proporcionou até o momento filmes fortes, trazendo a dura realidade do povo brasileiro, a exemplo do filme Tropa de Elite 2 (eu adorei o filme, pelo amor de Deus hein!), Muita Calma Nessa Hora nos traz uma boa comédia nos fazendo “abstrair” um pouco de toda essa violência e nos lembrando da alegria do povo brasileiro e, acima de tudo provando que nós temos o melhor corpo de humoristas do mundo, na minha humilde opinião é claro.

 

Filme: Muita Calma Nessa Hora

Gênero: Comédia

Duração: 92 minutos

Direção: Felipe Joffily

Nota 8,5

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Avatar FiliPêra

A relação expectativa de vida/renda per capita num contexto histórico

 

Usando recursos de computação e matemática simples, é possível ver como o aumento de riquezas dos países está intimamente ligado ao aumento de qualidade de vida - ao menos nos índices oficiais de IDH da ONU. Se em 1810 todos os países tinham patamares bem parecidos nos dois quesitos - grana e longevidade - com o passar dos anos as coisas mudaram de forma dramática, e é exatamente isso que esse vídeo excelente da BBC mostra.

 

[Via Beyond the Beyond… o nome de blog mais foda de todos os tempos]

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Essa é para os Verdes: casa de cânhamo

 

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Li uma vez que na época da II Guerra Mundial, o Departamento de Agricultura dos EUA incentivava (incentivar em tempos de guerra é quase sinônimo de obrigar) os fazendeiros a plantar maconha por causa do tecido de alta qualidade feito pelo cânhamo, a fibra da cannabis. E décadas depois, a primeira casa totalmente feita de cânhamo nos EUA fica pronta. A construção - localizada em Asheville, na Carolina do Norte - usa uma mistura de cânhamo com cal e água (chamado de hempcrete, algo como maconcreto) e foi desenvolvida pela empresa Push Design, já com carreira em construções verdes.

A construção da casa é como um símbolo que mostra a regressão dos EUA em dois aspectos: a) o hempcrete já é uma alternativa barata e muito boa de construção na Europa e Austrália desde os anos 60 - e desde, pelo menos, dois milênios no Oriente Médio, b) como a plantação de cannabis é proibida nos EUA, o cânhamo é uma alternativa extremamente cara por lá, pois precisa ser importado. A Push, para construir essa casa, trouxe cânhamo da Inglaterra, e forrou as paredes com uma solução de papel 100% reciclado. E sim, em 19 estados americanos é permitido uso de maconha medicinal, mas o cânhamo das plantações não pode ser aproveitado para fins industriais por algum motivo que desconheço.

E não, não dá pra fumar a casa. A não ser que a pessoa se aventure a “fumar mais de 1000 quilos dessa mistura para surtir algum efeito”, segundo David Mosrie, diretor de projetos da Push.

Não sei se a iniciativa vai salvar o mundo - o cânhamo absorve carbono também, mesmo servindo de material pra fazer casa -, mas Eu moraria aí tranquilo!

 

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[Via Gizmag]

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

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Porta-cinzas mais foda de todos os tempos

 

Apesar de enterro “sob sete palmos” de terra ainda ser o padrão pós-morte, algumas pessoas encontraram alternativas bem mais estilosas para “preservarem” o corpo depois de morto, como meus ídolos Hunter Thompson e Timothy Leary, que foram cremados e tiveram as cinzas jogadas no espaço. Porém, como muitos têm famílias, e as famílias gostam de símbolos visíveis dos que se foram, um bom túmulo ou receptáculo de cinzas ainda é bem vindo.

Para manter o estilo mesmo tendo virado cinzas, a Cremation Solutions criou as urnas personalizadas - e assustadoras. São dois tamanhos: uma de 11 polegadas, que guarda tranquilo todas as cinzas de um adulto cremado, e uma de 6 polegadas, que matematicamente só deve guardar cinzas da cintura pra cima, creio Eu. O diferencial você viu pela imagem acima: o receptáculo é uma réplica da cabeça da própria pessoa cremada (ou outra de outra pessoa qualquer, nada impede).

Agora a parte ruim (se é que tudo isso isso aí acima não foi ruim): custa a facada de US$ 2.600 (a pequena custa 600 doletas)!

 

PS: Aê, povo da Cremation Solutions… Obama tá vivo ainda, pelo que sei!

PS 2: para comprar, clique AQUI.

[Via Gizmodo]

L&PM Pocket

 

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A L&PM Editores, fundada em 1974 por Paulo de Almeida e Ivan Pinheiro de Machado, foi uma das editoras de maior destaque no passado por sua posição contra a ditadura militar e por ter sido a responsável por publicar alguns dos escritores de maior destaque no Brasil na atualidade. Gente de qualidade como Moacir Scliar, Martha Medeiros, Mário Quintana e Luís Fernando Veríssimo e seu clássico O Analista de Bagé.

Nos anos 90, porém, a L&PM passava pelo seu pior momento. Eram tempos de recessão econômica e as multinacionais entravam com tudo no mercado editorial brasileiro. Nesse momento, 1997, a editora iniciou um projeto de livros de bolso, intitulado L&PM Pocket. A idéia, claro, não era novidade. Só no Brasil os primeiros livros de bolso surgiram no início na década de 30 na Coleção Globo e eram comercializados em bancas de jornal e quiosques de aeroportos. Mas nenhuma alcançou o sucesso e aceitação da L&PM. Se antes livros de bolso eram considerados sinônimos de má qualidade, hoje essa idéia caiu completamente por terra e diversas editoras abriram selos de livros de bolso. Com exceções como a Martin Claret, com traduções ruins e diversas acusações de plágios, chovem boas opções de qualidade por baixo preço.

Atualmente, o selo Pocket representa 80% dos negócios da editora L&PM, com uma média de lançamentos de cem títulos por ano, já tendo hoje mais de novecentos. E gerou um estranho fenômeno. Alguns livros, antes impensáveis em uma lista de mais vendidos, encabeçaram o topo das vendas. Arte da Guerra vendeu duzentos mil exemplares, quando muitos Best Sellers não passam das cinqüenta mil cópias. E estamos falando de um livro publicado por várias editoras.

Se antes era uma tarefa hercúlea encontrar livros como On The Road, de Jack Kerouac, e Hell’s Angels, do revolucionário Hunter Thompson, esgotados há anos no Brasil, hoje não só se pode encontrá-los facilmente como também conseguir livros outrora nunca lançados no país. Já se pode conseguir, por exemplo, trinta livros dos cerca de oitenta de Agatha Christie, quase cinqüenta de Georges Simenon, alguns dos mais importantes livros da chamada geração beat, e muito mais, de Nietzsche a Bertrand Russel. De Dik Browne (Criador das tirinhas do Hagar, o Horrível) a Hans Staden. De Jane Austen ao sinistro Lovecraft.

O aquecimento dos livros de bolso no Brasil prova que não é verdade que brasileiro não gosta de ler. O que ele não gosta de verdade é de livros de baixa qualidade, mal traduzidos e custando uma boa parte de um salário mínimo. Que essa tendência perdure por muitos anos para que continue a nos proporcionar o prazer único de uma boa leitura.

 

Site da L & PM | Selo Pocket

sábado, 11 de dezembro de 2010

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O mestre Morricone (UPDATE)

 

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Depois de muito tempo, atendi o chamado do Sandir Leonardo e escrevi um texto para o Protocolo Nerd sobre Ennio Morricone, simplesmente o maior compositor de trilha sonoras na opinião desse humilde escritor. Para ler o post, é só clicar na imagem ou AQUI!

PS: São 1:08h da manhã e o Protocolo está fora do ar… se ele ainda estiver nessa situação, paciência! Pronto galera, depois de um longo inverno, o Protocolo tá no ar de novo, podem ler à vontade!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

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[Pipoca e Nanquim] Inferno

 

48- Inferno - Pipoca e Nanquim - Cinema e HQs por pipocaenanquim no Videolog.tv.

Esta semana a equipe do Pipoca desce às profundezas e apresenta um programa literalmente Infernal!!! Nada de romances açucarados, beijinhos doces e suspiros apaixonados; o negócio aqui é falar do capeta. E o que não falta são bons produtos relacionados, desde os expoentes máximos da Marvel e DC – Mefisto e Lúcifer – até alguns dos maiores atores da história do cinema que nos deram sua visão do demo, como Al Pacino, Robert DeNiro e Jack Nicholson. E observem que no começo do programa o Bruno até tentou falar pouco (tentou, coitado, mas não conseguiu – e como sabemos, de boas intenções o inferno está cheio).

Um abraço e até a semana que vem!

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LSD e Wikileaks

 

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Enquanto matava meu último trabalho de faculdade no semestre no meio da tarde de ontem, tive a idéia de um texto para escrever pro NerDevils - o coletivo de malucos mais degenerados que conheço - sobre o assunto da semana: o Wikileaks e a repressão resultante da divulgação de centenas de milhares de documentos diplomáticos. Como comparação, tracei a trajetória de outro dissidente conhecido de tempos passados igualmente perseguido por suas idéias: Timothy Leary, pioneiro no uso de LSD na ciência.

Clique na imagem (ou AQUI) para ler. E agora dormirei. Me felicitem pois estou de férias e poderei escrever mais do que escrevi nas últimas semanas!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

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Operação Payback manda pra lona vários sites corporativos

 

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"A primeira infoguerra séria começou agora. O campo de batalhas é o Wikileaks. E vocês são os soldados"

John Perry Barlow, fundador da Electronic Frontier Foundation

 

Já diria Sun Tzu: Cada um usa as armas que tem, nenhuma delas deve ser menosprezada. Pois é, depois que uma avalanche de empresas cortou relações com o Wikileaks por pressão do governo americano (o PayPal já admitiu isso, ao menos), causando um congelamento financeiro nas doações do site, um grupo hacker organizou um poderoso contra-ataque. Se de um lado temos as forças mais poderosas da Terra, que controla governos, países, ordena assassinatos e possui as maiores fontes de riquezas… do outro temos umas tropa de anônimos utilizando táticas que poderiam ser classificadas como cyberguerrilha.

Ontem o dia foi recheado de ataques DDoS e servidores congestionados. Sobrou pra todo o mundo que se colocou contra Julian Assange e seu Wikileaks. Mas a primeira notícia bombástica tinha acontecido anteontem (dia 7) e não envolveu ataques, mas sim a prisão de Julian em Londres. Na manhã de terça-feira (9:30h, hora local e 7h30 em Brasília), Assange se entregou a polícia londrina - entrega que segundo o advogado dele, Mark Stephens, estava sendo negociada. Teoricamente, um dos homens mais procurados do mundo não está sendo processado por nada relacionado ao Wikileaks, mas sim por violência sexual (na verdade foi uma recusa a usar camisinha) e coerção ilegal. Como as acusações só valem na Suécia (o lance da recusa de usar camisinha só é crime por lá), fica bem claro o motivo da Interpol e a União Européia terem agido tão rápido na internacionalização da busca a ele. No mesmo dia, a Justiça londrina nega um pedido de fiança de Assange, baseado na gravidade das acusações, e graças a isso ele permanecerá na prisão até dia 14, aguardando o julgamento da extradição, contra qual ele está lutando.

Mas a rede de hackers Anononymous (aquela que derrubou o site da MPAA, RIAA e de Gene Simmons) não estava parada e convocou o que foi denominada Operação Payback (Vingança), que mesmo organizada às pressas foi bastante eficaz. Começou com o site do banco suíço PostFinance, que havia cortado ligações com o Leaks, que ficou fora do ar. O site da Sarah Palin - que havia dito que Assange merecia ser caçado como terrorista - teve o mesmo destino e pediu arrego em pouco tempo.

Depois (os sites não necessariamente caíram na ordem apresentada aqui, só pra ficar claro) foi a vez da página do advogado sueco Claes Borgstrom, que está representando as mulheres que acusam Assange - uma delas, aparentemente, é uma dissidente cubana com ligações com a CIA.

Até aí fácil, nada demais, dirão alguns. Mas a parte mais assustadora da operação viria depois: os sites da Visa e MasterCard cairiam como mamões podres em pouco tempo, mesmo sabendo que seriam atacadas. O caso da MasterCard parece ter sido pior, pois envolveu um gargalo técnico nos serviços da empresa - segundo a assessoria da empresa, rolou "uma interrupção de serviço em seu sistema de segurança de dados”. Ou seja: duas das maiores empresas financeiras do planeta foram cutucadas por um grupo Anônimo que não pode ser identificado e que organizou uma operação às pressas! É, parece que o mundo internético é menos sólido do que essas instituições pensam e um Caos Financeiro que vimos ser perpetrado no final daquele filme que todos gostam, não parece algo tão difícil assim, e nem precisaria envolver explosões de prédios.

Estranhamente, o PayPal - que segundo o cartaz seria o principal alvo da operação -, não foi atacado, mas creio que essa movimentação só está começando!

 

[Via Estadão e Opera Mundi]


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